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Expoleite Arapoti já tem data confirmada para a 50ª edição

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Realizada pela Capal Cooperativa Agroindustrial, em Arapoti/PR, nos Campos Gerais do Paraná, a Expoleite comemora 50 edições realizadas, consolidando-se como a principal feira de pecuária leiteira da região e uma das mais importantes exposições especializadas em animais da raça Holandesa no Brasil. Em 2024, ela será realizada de 24 a 27 de julho. Na última edição, mais de 20 mil pessoas prestigiaram as atrações do evento.

O cinquentenário da Expoleite será marcado por uma série de novidades presentes tanto na programação quanto na estrutura física do Parque de Exposições Capal.

A cooperativa está à frente de diversas obras de restauração do espaço para recepcionar os visitantes no próximo ano. Entre as melhorias, terá a construção de um portal na entrada principal do parque para facilitar o acesso à feira e aos outros eventos que virão a ser sediados no local. O moinho localizado na entrada, que há 40 anos é considerado um símbolo turístico do município, também vai receber aprimoramentos ao seu redor para ficar ainda mais convidativo. Outras melhorias serão realizadas nos sanitários e no assentamento do terreno para deixá-lo mais plano.

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Quanto à programação, o Museu do Imigrante Holandês, outra referência cultural e ponto turístico de Arapoti, vai marcar presença na Expoleite. Na feira, será organizada uma exposição com o tema “50 anos da pecuária de leite da Capal”, com acervo especial que vai levantar a história da prática na região, hoje considerada a terceira principal bacia leiteira do Brasil.

O Café com Bolo, momento especial com as famílias pioneiras, que tem o intuito de homenagear os primeiros cooperados da Capal, acontecerá novamente nesta edição. Toda a história da formação da cooperativa, as primeiras edições da Expoleite, além de entrevista com os pioneiros holandeses que se instalaram em Arapoti, estarão em uma edição especial e comemorativa da revista da Expoleite, que será distribuída gratuitamente aos visitantes.

Mais novidades da 50ª Expoleite serão reveladas em breve.

Fonte: Capal Cooperativa Agroindustrial

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar recua com avanço nas negociações entre EUA e Irã e inflação americana abaixo do esperado

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Dólar cai com redução das tensões geopolíticas

O dólar registrou queda nos mercados internacionais, pressionado pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.

Segundo o analista Rich Asplund, da Barchart, a moeda americana perdeu força após notícias indicarem a possibilidade de extensão do cessar-fogo de duas semanas, com negociações podendo ser retomadas nos próximos dias.

Como reflexo, o índice do dólar (DXY) recuou 0,33%, atingindo o menor nível em seis semanas.

Inflação nos EUA abaixo das expectativas pressiona moeda

Outro fator relevante para a queda do dólar foi a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.

Os dados indicam que:

  • O PPI cheio subiu 0,5% no mês e 4,0% em relação ao ano, abaixo das projeções de 1,1% e 4,6%
  • O núcleo do PPI (excluindo alimentos e energia) avançou 0,1% no mês e 3,8% no ano, também abaixo das expectativas

Apesar de ainda indicar pressão inflacionária, o resultado mais fraco reforça a percepção de desaceleração, contribuindo para a desvalorização do dólar.

Expectativa de juros também pesa sobre a moeda americana

O dólar segue pressionado também por perspectivas menos favoráveis para os diferenciais de juros globais.

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De acordo com o analista, o Federal Reserve (Fed) pode realizar cortes de pelo menos 25 pontos-base em 2026, enquanto outros bancos centrais relevantes, como o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, podem seguir caminho oposto, com possíveis elevações de juros no mesmo período.

Esse cenário reduz a atratividade relativa da moeda americana frente a outras divisas.

Euro e iene avançam diante da fraqueza do dólar

Com o enfraquecimento do dólar, outras moedas ganharam força no mercado internacional.

O euro apresentou valorização, com o par EUR/USD atingindo a máxima em seis semanas, em alta de 0,37%. O movimento também foi favorecido pela queda de cerca de 5% nos preços do petróleo, fator positivo para a economia da zona do euro, que depende de importação de energia.

Já o iene japonês também se valorizou, com o par USD/JPY recuando 0,48%. Além da fraqueza do dólar, a moeda japonesa foi sustentada pela revisão positiva da produção industrial do Japão e pela queda nos preços do petróleo, importante para um país altamente dependente de energia importada.

Ouro e prata sobem com dólar fraco e busca por proteção

Os metais preciosos registraram forte valorização no dia, acompanhando o recuo do dólar.

O ouro e a prata avançaram, com destaque para a prata, que atingiu o maior nível em três semanas e meia.

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A queda do dólar tende a favorecer esses ativos, tornando-os mais atrativos globalmente. Além disso, a redução das preocupações inflacionárias pode abrir espaço para políticas monetárias mais flexíveis, outro fator de suporte para os metais.

Incertezas seguem sustentando demanda por ativos de segurança

Apesar do otimismo com possíveis avanços diplomáticos, o cenário internacional ainda apresenta riscos relevantes.

Entre os fatores que mantêm a demanda por ativos de proteção estão:

  • Tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã
  • Incertezas sobre políticas comerciais e tarifas americanas
  • Turbulências políticas internas nos EUA
  • Níveis elevados de déficit público

Além disso, medidas como o bloqueio naval no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de risco global, sustentando o interesse por metais preciosos como reserva de valor.

Mercado global segue sensível a dados e geopolítica

O comportamento recente do dólar reflete um ambiente global altamente sensível tanto a indicadores econômicos quanto a eventos geopolíticos.

Nos próximos dias, a trajetória da moeda americana deve continuar atrelada à evolução das negociações no Oriente Médio, aos dados de inflação e atividade nos Estados Unidos e às expectativas sobre a política monetária das principais economias do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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