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Fenasul Expoleite 2025: Planejamento Avançado para o Maior Evento do Setor Leiteiro

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A Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) segue com os preparativos para a Fenasul Expoleite 2025, que será realizada de 14 a 18 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Organizado em parceria com a Secretaria da Agricultura, o evento conta com o apoio de diversas entidades, como a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Fetag), a Prefeitura de Esteio, a Associação Gaúcha dos Professores Técnicos do Ensino Agrícola (Agptea), a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) e a Federação Gaúcha de Laço.

Marcos Tang, presidente da Gadolando, destaca que a antecipação na organização garante uma feira de alta qualidade, tanto para o público quanto para os expositores. Ele enfatiza que a edição de 2023 atraiu mais de 100 mil visitantes e a expectativa é superar esse número em 2025. “A Fenasul Expoleite é um evento de grande porte, com entrada gratuita, que oferece uma ampla gama de oportunidades para criadores e visitantes explorarem o melhor da produção leiteira e outras atrações do setor agropecuário”, afirmou Tang.

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Entre as atrações confirmadas, destaca-se o tradicional rodeio da Federação Gaúcha de Laço, com o apoio do Clube de Laçadores Laço de Ouro, e as competições de Cavalo Crioulo, organizadas pela ABCCC, sempre com grande sucesso de público. A Fetag também estará presente com suas bancas da agricultura familiar, oferecendo produtos locais diretamente ao consumidor. Além disso, a Agptea promoverá atividades científicas e técnicas voltadas para a formação de jovens e profissionais técnicos do setor agropecuário.

Tang ainda ressalta o formato compacto da feira, que acontece de quarta a domingo, facilitando a participação dos criadores. “Esse formato reduzido permite que os expositores tragam seus melhores animais sem prejudicar o manejo diário nas propriedades, o que é essencial, considerando os desafios de mão de obra e a necessidade de dividir equipes entre a feira e a fazenda. A Fenasul Expoleite se torna, assim, uma alternativa viável e atraente para os produtores”, explicou.

A feira continuará a focar no setor leiteiro, com julgamentos de alta qualidade e concursos que valorizam o trabalho dos criadores. A realização no outono, antes da entrada do inverno, também é estratégica, pois favorece a qualidade das pastagens e, consequentemente, a rentabilidade da produção leiteira.

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Com o Trensurb e o aeroporto de Porto Alegre operando a plena capacidade, a expectativa é de que o evento atraia visitantes de toda a Grande Porto Alegre e outras regiões. “A Fenasul Expoleite une tradição, inovação e grandes oportunidades de negócios. Estamos empenhados em fazer da edição de 2025 um marco para o setor, reunindo criadores, técnicos e visitantes em um ambiente que fortalece a cadeia produtiva do leite”, concluiu Tang.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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