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Expansão da Área Cultivada de Soja em Uberlândia para a Safra 2024/25

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As projeções iniciais para a safra 2024/25 de soja em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, apontam para um aumento significativo na área cultivada. Estima-se que a área dedicada ao cultivo de soja possa crescer cerca de 5% em relação aos 62 mil hectares cultivados neste ano, conforme informações fornecidas pela Emater local.

O engenheiro-agrônomo Carlos Miguel Rodrigues Couto explica que, apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pelos produtores devido ao baixo rendimento da oleaginosa neste ano, há uma expectativa positiva. Os produtores devem continuar investindo em tecnologias para otimizar o rendimento das lavouras. Caso o clima seja favorável, o rendimento médio das lavouras pode voltar a atingir 4.300 quilos por hectare.

O vazio sanitário na região se encerra no final de setembro, e os produtores esperam iniciar o plantio a partir da segunda quinzena de outubro. Carlos ressalta que a quantidade de chuvas será crucial, sendo necessário pelo menos 100 milímetros para que o cultivo de soja possa começar adequadamente.

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De acordo com o levantamento realizado pela Safras & Mercado, a área cultivada com soja em Minas Gerais deve alcançar 2,35 milhões de hectares na temporada 2024/25. Esse crescimento de 4,4% representa um aumento em relação aos 2,25 milhões de hectares cultivados na temporada 2023/24.

A produção de soja no estado deve atingir 8,979 milhões de toneladas na safra 2024/25, o que representa um incremento de 7,8% em relação às 8,328 milhões de toneladas obtidas na safra 2023/24. O rendimento médio esperado é de 3.840 quilos por hectare, superando os 3.720 quilos por hectare registrados na temporada anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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ABPA rebate denúncia de contaminação em frango brasileiro exportado à Grécia e reforça segurança sanitária

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) contestou informações divulgadas por um veículo internacional sobre uma suposta contaminação por Salmonella em carne de frango brasileira exportada à Grécia. Segundo a entidade, a narrativa apresenta inconsistências técnicas e não encontra respaldo nos sistemas oficiais de monitoramento sanitário da União Europeia.

Inconsistências técnicas colocam denúncia em dúvida

De acordo com a ABPA, o volume citado na reportagem — cerca de 3 toneladas — não condiz com os padrões logísticos do comércio internacional de carne de frango. As exportações brasileiras são realizadas, majoritariamente, em contêineres refrigerados com capacidade entre 25 e 27 toneladas, o que torna o dado apresentado incompatível com a prática do setor.

Outro ponto destacado pela entidade é a impossibilidade de vincular o suposto caso ao início de qualquer fluxo comercial relacionado ao acordo entre União Europeia e Mercosul. Isso porque o processo envolve etapas rigorosas de certificação sanitária, autorização e logística internacional, que demandam tempo e cumprimento de protocolos específicos.

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Sistema europeu não registra ocorrência

A ABPA também ressaltou que não há qualquer registro do caso no Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF), sistema oficial da União Europeia utilizado para notificações sanitárias envolvendo alimentos.

A ausência de notificação no sistema europeu, segundo a entidade, impede a confirmação do episódio nos termos divulgados, enfraquecendo a credibilidade da informação veiculada.

Critérios sanitários seguem padrões internacionais

No âmbito técnico, a associação destaca que a interpretação apresentada sobre a presença de Salmonella não considera os critérios aplicáveis à carne crua. Esses parâmetros seguem normas internacionais e são monitorados de forma rigorosa pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

O sistema brasileiro de controle sanitário conta ainda com auditorias frequentes realizadas por autoridades da Comissão Europeia, o que reforça a confiabilidade dos processos produtivos e de exportação.

Brasil reforça compromisso com segurança dos alimentos

Diante do episódio, a ABPA reiterou a robustez do sistema sanitário nacional e o compromisso da cadeia produtiva com os mais elevados padrões internacionais de segurança alimentar.

O Brasil é um dos maiores exportadores globais de carne de frango, com presença consolidada em mercados exigentes, incluindo países da União Europeia, o que exige conformidade contínua com protocolos rigorosos de qualidade e rastreabilidade.

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Setor mantém credibilidade no mercado internacional

Mesmo diante de episódios pontuais de questionamento, a indústria brasileira de proteína animal segue respaldada por sistemas de controle reconhecidos internacionalmente, o que sustenta sua competitividade e acesso a mercados estratégicos.

A ABPA reforça que segue acompanhando o caso e à disposição para esclarecimentos, mantendo o compromisso com a transparência e a segurança dos produtos exportados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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