AGRONEGÓCIO

Eventos do agronegócio estão no radar das empresas que reúnem soluções tecnológicas

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O agronegócio está em constante transformação tecnológica, e as feiras e eventos do setor são espaços essenciais para acompanhar essas mudanças. Pelo menos seis eventos agropecuários estão no radar da Loc Solution, empresa detentora da marca Motomco de medidores de umidade de grãos, em 2024.

No primeiro semestre a empresa se programou para estar no Show Safra, que acontece de 18 a 22 de março, na cidade de Lucas do Rio Verde (MT). Considerada uma das maiores feiras do agronegócio nacional, a Show Safra é um evento abrangente que reúne produtores, empresas e profissionais do setor, abordando culturas como soja, milho e algodão.

De 8 a 12 de abril, a Loc Solution participa da Tecnoshow Comigo em Rio Verde (GO). Esta feira, é uma oportunidade para a empresa interagir com expositores, instituições e o público da região Sudoeste de Goiás.

Em maio, a empresa participa da Agrishow, uma das maiores e mais relevantes feiras do país em volume de negócios e de expositores, que vai acontecer em Ribeirão Preto, reunindo milhares de produtores rurais, técnicos, agrônomos, pesquisadores e empresas do ramo agrícola.

De acordo com o Diretor Comercial da Loc Solution/Motomco, Gedor Vieira, o objetivo é levar aos visitantes nesses eventos soluções tecnológicas que proporcionem agilidade e transparência nas operações comerciais de grãos. A tecnologia avançada dos medidores de umidade de grãos permite aos produtores, cooperativas e tradings avaliar a qualidade dos grãos de forma rápida e eficiente.

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“Com informações precisas sobre o teor de água nos grãos, tanto o produtor quanto os compradores de grãos, podem tomar decisões mais assertivas na compra e venda. Além disso, a transparência oferecida por essas ferramentas contribui para a confiança mútua entre as partes envolvidas no mercado”, afirma Vieira.

Nesses eventos, a Loc Solution terá a oportunidade de expor seu portfólio e seus modelos de medidores de umidade de grãos, com destaque para o ESI e o FBI, que são os carros-chefes da empresa.

Tanto é que, entre 11 e 15 de junho, a Loc Solution estará com estande na Bahia Farm Show, na cidade de Luís Eduardo Magalhães (BA). Evento estratégico para a empresa fortalecer sua posição no mercado, trocar experiências e fechar potenciais parcerias com as regiões Norte e Nordeste.

Por fim, a empresa participará de dois eventos no Sul do país promovidos pela Associação Brasileira de Pós-colheita (ABRAPOS): o X Simpósio Sul de Pós-colheita de Grãos, que ocorrerá de 23 a 25 de junho, na cidade de Santa Rosa (RS), e o XII Simpósio Paranaense de Pós-colheita de Grãos, de 23 a 25 de outubro, em Medianeira (PR).

O representante da Loc Solution lembra que para quem lida com agricultura, monitorar o grão em condições adversas é fundamental para reduzir os impactos negativos de se colher a safra com umidade excessiva. No caso da soja, principal cultura brasileira, o teor de umidade deve ficar em 13% e 14% para se obter um bom preço do produto.

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“A umidade é um fator crítico na qualidade do grão e os aparelhos asseguraram tanto ao agricultor quanto às cooperativas, tradings e armazéns compradores de grãos, que o preço será justo para os dois lados”, afirma Gedor Vieira.

Os aparelhos medidores de controle de umidade visam atender às demandas específicas de diferentes regiões do país. “Essa abordagem tem se mostrado eficaz, pois conquistamos clientes em todo o país, que buscam o que há de mais moderno em tecnologia agrícola”, enfatiza o representante da empresa.

Segundo Gedor Vieira, além da função técnica, os eventos do agronegócio proporcionam uma oportunidade única de aproximação entre a empresa e os principais atores do campo. “É nos eventos que podemos nos conectar com os agricultores, entender suas necessidades, dialogar com as cooperativas e armazéns e demonstrar as últimas inovações em nossos produtos”, destaca.

Desta forma, a participação nesses eventos reflete o compromisso da Loc Solution/Motomco em se manter na vanguarda do setor agrícola, demonstrando seus produtos, serviços e tecnologias inovadoras, além de fortalecer parcerias e realizar novos negócios”, afirma Gedor Vieira.

Fonte: VBcomunicacão

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Safra de cana 2025/26 no Centro-Sul fecha com 611 milhões de toneladas e setor inicia novo ciclo priorizando etanol

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A safra 2025/2026 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil foi encerrada com moagem de 611,15 milhões de toneladas, segundo levantamento da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA). O volume representa uma redução de 10,78 milhões de toneladas frente ao ciclo anterior, impactado principalmente pelas condições climáticas adversas ao longo do desenvolvimento da lavoura.

Apesar da retração, o ciclo se consolida como a quarta maior moagem da história da região, além de registrar a segunda maior produção de açúcar e etanol.

Moagem e produtividade: clima reduz desempenho agrícola

A produtividade média agrícola ficou em 74,4 toneladas por hectare, queda de 4,1% em relação à safra anterior, conforme dados do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).

O desempenho foi desigual entre os estados:

  • Quedas: São Paulo (-4,3%), Goiás (-9,4%) e Minas Gerais (-15,9%)
  • Altas: Mato Grosso (+3,2%), Mato Grosso do Sul (+6,0%) e Paraná (+15,5%)

A qualidade da matéria-prima também recuou. O ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) ficou em 137,79 kg por tonelada, redução de 2,34% na comparação anual.

Segundo a UNICA, a menor moagem já era esperada diante das condições climáticas observadas durante o ciclo.

Produção de açúcar e etanol: estabilidade e leve recuo

A produção de açúcar totalizou 40,43 milhões de toneladas, praticamente estável frente às 40,18 milhões do ciclo anterior, mas abaixo do recorde histórico de 42,42 milhões registrado em 2023/2024.

Já a produção total de etanol somou 33,72 bilhões de litros, recuo de 3,56% na comparação anual.

O detalhamento mostra movimentos distintos:

  • Etanol hidratado: 20,83 bilhões de litros (-7,82%)
  • Etanol anidro: 12,89 bilhões de litros (+4,22%), segunda maior marca da série histórica

O etanol de milho ganhou ainda mais relevância, com produção de 9,19 bilhões de litros (+12,26%), representando 27,28% do total produzido no Centro-Sul.

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Vendas de etanol: mercado interno segue dominante

No mês de março, as vendas de etanol totalizaram 2,79 bilhões de litros, com forte predominância do mercado doméstico.

  • Mercado interno: 2,75 bilhões de litros (-0,06%)
  • Exportações: 45,11 milhões de litros (-71,22%)

No consumo interno:

  • Etanol hidratado: 1,66 bilhão de litros (+20,25% ante fevereiro)
  • Etanol anidro: 1,09 bilhão de litros (+4,80%)
  • No acumulado da safra:
  • Hidratado: 20,34 bilhões de litros
  • Anidro: 13,04 bilhões de litros (+7,08%)

O avanço do anidro foi impulsionado, entre outros fatores, pela implementação da mistura E30 (30% de etanol na gasolina) a partir de agosto de 2025.

Além do impacto econômico — estimado em R$ 4 bilhões de economia para proprietários de veículos flex — o consumo de etanol evitou a emissão de 50 milhões de toneladas de gases de efeito estufa, recorde histórico do setor.

Nova safra 2026/27 começa com moagem mais forte

A safra 2026/2027 já começou com ritmo acelerado. Na primeira quinzena de abril de 2026, a moagem atingiu 19,56 milhões de toneladas, crescimento de 19,67% frente ao mesmo período do ciclo anterior.

Ao todo, 195 unidades estavam em operação:

  • 177 com moagem de cana
  • 10 dedicadas ao etanol de milho
  • 8 usinas flex

A qualidade da matéria-prima permaneceu estável, com ATR de 103,36 kg por tonelada.

Novo ciclo prioriza etanol e reduz produção de açúcar

O início da nova safra mostra uma mudança clara de estratégia industrial. Apenas 32,93% da cana foi destinada à produção de açúcar na primeira quinzena, enquanto mais de dois terços foram direcionados ao etanol.

  • Como consequência:
    • Produção de açúcar: 647,21 mil toneladas (-11,94%)
    • Produção de etanol: 1,23 bilhão de litros (+33,32%)
  • Desse total:
    • Hidratado: 879,87 milhões de litros (+18,54%)
    • Anidro: 350,20 milhões de litros
    • Etanol de milho: 411,94 milhões de litros (+15,06%), com participação de 33,49%
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O movimento reflete um cenário de mercado mais favorável ao biocombustível neste início de ciclo.

Vendas na nova safra e expectativa de alta no consumo

Na primeira quinzena da safra 2026/2027, as vendas totalizaram 1,28 bilhão de litros:

  • Hidratado: 820,15 milhões de litros
  • Anidro: 460,87 milhões de litros

No mercado interno, foram comercializados 1,25 bilhão de litros, enquanto as exportações somaram 28,88 milhões de litros (+18,03%).

A expectativa é de aceleração nas vendas nas próximas semanas, à medida que a queda de preços nas usinas seja repassada ao consumidor final, aumentando a competitividade do etanol frente à gasolina.

CBios: setor já avança no cumprimento das metas do RenovaBio

Dados da B3 até 29 de abril indicam a emissão de 14 milhões de Créditos de Descarbonização (CBios) em 2026.

O volume disponível para negociação já soma 25,13 milhões de créditos. Considerando os CBios emitidos e os já aposentados, o setor já disponibilizou cerca de 60% do total necessário para o cumprimento das metas do RenovaBio neste ano.

Análise: etanol ganha protagonismo em meio a incertezas globais

O início da safra 2026/2027 confirma uma tendência estratégica: maior direcionamento da cana para a produção de etanol, impulsionado por fatores como:

  • demanda doméstica consistente
  • políticas de descarbonização
  • maior previsibilidade no mercado interno
  • cenário internacional de incertezas energéticas

Com isso, o setor sucroenergético reforça seu papel na matriz energética brasileira, ao mesmo tempo em que ajusta sua produção às condições de mercado, buscando maior rentabilidade e segurança comercial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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