AGRONEGÓCIO

Etanol: Hidratado Sofre Queda, Enquanto Anidro Registra Valorização na Semana

Publicado em

Os preços do etanol hidratado e anidro apresentaram variações distintas na última semana, entre os dias 9 e 13 de dezembro, conforme o Indicador Cepea/Esalq da USP. O etanol hidratado, utilizado em veículos flex e originalmente para carros a álcool, foi negociado pelas usinas a R$ 2,6259 por litro, uma leve queda de 0,14% em comparação com a semana anterior, quando o preço estava em R$ 2,6295.

Por outro lado, o etanol anidro, destinado à mistura com a gasolina, fechou a semana com valorização. O litro do anidro foi comercializado a R$ 2,9481, contra R$ 2,9291 da semana de 2 a 6 de dezembro, representando uma alta de 0,65% no comparativo entre os períodos.

Indicador Diário Paulínia Aponta Alta para o Etanol Hidratado

No mercado de Paulínia, o etanol hidratado apresentou uma leve alta na última sexta-feira (13), conforme o Indicador Diário. O biocombustível foi negociado a R$ 2.741,00 o metro cúbico (m³), ante R$ 2.735,00 no dia anterior, uma valorização de 0,22%. No acumulado do mês, o indicador aponta uma alta de 0,46%.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D de vacinação contra a influenza neste sábado

Esses movimentos refletem a dinâmica de oferta e demanda, influenciando diretamente os preços dos combustíveis no mercado interno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Encontro entre Trump e Xi Jinping afeta mercado brasileiro

Published

on

O encontro realizado nesta quarta-feira (13.05) entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Chinês, Xi Jinping, acabou acabou repercutindo também no Brasil. A reunião esfriou as expectativas de novos acordos comerciais envolvendo compras chinesas de grãos norte-americanos e pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, principal referência global para formação dos preços pagos ao produtor brasileiro.

Nos últimos dias, parte do mercado apostava que o encontro poderia abrir espaço para uma nova rodada de compras chinesas da soja dos Estados Unidos, movimento que historicamente costuma mexer com os preços internacionais. Mas o discurso adotado após a reunião foi mais cauteloso. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os compromissos já assumidos pela China seriam suficientes para manter o fluxo atual de importações, sem necessidade de ampliar significativamente as aquisições.

A reação em Chicago foi imediata. Sem perspectiva de aumento da demanda chinesa pelos grãos americanos, os contratos futuros da soja perderam força. O movimento ganhou ainda mais peso após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgar vendas externas abaixo do esperado, aumentando a pressão sobre o mercado.

Leia Também:  Açúcar e Etanol: Contratos Futuros Fecham em Baixa, com Alta no Mercado Interno

Para o produtor brasileiro, o impacto aparece principalmente na formação dos preços internos. Mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade nas exportações e uma safra elevada, a queda em Chicago limita reações mais fortes nas cotações pagas nos portos e no interior.

Ao mesmo tempo, o cenário reforça uma leitura importante para o agro nacional: a China segue buscando diversificar fornecedores e não demonstra intenção de concentrar as compras apenas nos Estados Unidos. Nesse contexto, o Brasil continua ocupando posição estratégica no abastecimento chinês, especialmente em um momento de ampla oferta nacional e embarques em ritmo recorde.

Analistas do setor avaliam que o mercado deve continuar bastante sensível aos próximos movimentos diplomáticos entre Washington e Pequim, já que qualquer sinal envolvendo compras agrícolas tem potencial de influenciar diretamente os preços recebidos pelos produtores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA