AGRONEGÓCIO

Etanol: Hidratado Registra Alta de 1,39%, Enquanto Anidro Tem Recuo de 0,51% na Semana

Publicado em

Na semana de 29 de julho a 2 de agosto, os preços dos etanóis anidro e hidratado apresentaram movimentos distintos, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. O etanol hidratado, utilizado em veículos flex ou originalmente a álcool, encerrou a semana cotado a R$ 2,6022 por litro, marcando uma valorização de 1,39% em relação à semana anterior, quando o preço era de R$ 2,5664 por litro.

Por outro lado, o etanol anidro, adicionado à gasolina, sofreu uma queda de 0,51% na mesma semana, evidenciando a terceira desvalorização consecutiva. O litro do anidro foi comercializado a R$ 2,9441, contra R$ 2,9592 registrado na semana de 22 a 26 de julho.

No Indicador Diário Paulínia, na sexta-feira (2), o preço do etanol apresentou uma alta pelo sétimo dia consecutivo. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.751,00 por metro cúbico, frente a R$ 2.747,00 do dia anterior, representando um aumento de 0,15% no comparativo diário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Mercados de Wall Street Abrem a Semana em Estabilidade com Expectativas Voltadas para Jackson Hole

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

Published

on

Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

Leia Também:  Moatrigo 2025: Encontro Debate o Futuro do Mercado, da Safra e Inovações para a Indústria Moageira

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Leia Também:  Futuros do milho iniciam sexta-feira com variações na B3 enquanto Chicago apresenta tendência positiva
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA