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Estresse térmico: conforto e rentabilidade das vacas leiteiras podem ser melhorados com manejo nutricional

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“Além de adotar medidas para a melhoria da ambiência, para proporcionar mais conforto térmico aos animais, recomenda-se ajustes no manejo alimentar e nutricional. Juntas, essas práticas comprovadamente contribuem para o aumento da produção de leite, sanidade e fertilidade das vacas leiteiras”, afirma o engenheiro agrônomo Wiliam Tabchoury, gerente da Unidade de Bovinos de Leite da Auster Nutrição Animal.

Os prejuízos do estresse térmico são traduzidos em números, especialmente nas vacas de alta produção de leite. “Sob o impacto da temperatura e umidade elevadas, a produção de leite pode ser reduzida em 30% ou mais. Daí a importância do manejo alimentar e nutricional para proporcionar bem-estar e manter o nível de produção”, explica Tabchoury.

As altas temperaturas estão entre os fatores de maior impacto econômico na pecuária leiteira, sendo negativo para produção, reprodução, sanidade e bem-estar das vacas. O especialista da Auster recomenda muita atenção aos animais de todas as idades – das bezerras às vacas em lactação.

“A melhoria das condições de manejo e ambiente pode reduzir os danos do stress térmico aos animais e ao negócio como um todo. Para tanto, o conceito da visão integrada das vacas é fundamental, ou seja, atuar de forma simultânea nas seis áreas essenciais (alimentação, água, iluminação, ventilação, espaço e descanso) que interferem diretamente no bem-estar das vacas leiteiras e, por consequência, na sua performance”, diz o gerente da Unidade de Bovinos de Leite da Auster Nutrição Animal.

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Para ajudar o produtor de leite a enfrentar os desafios do stress térmico, a Auster desenvolveu a Númia Lactis – solução nutricional equilibrada de minerais, vitaminas e aditivos que melhoram o desempenho produtivo, a sanidade e a fertilidade das diversas categorias de bovinos leiteiros (bezerras, novilhas, vacas secas e em lactação), além da eventual melhoria da qualidade do leite produzido.

Além de Númia Lactis, a empresa oferece linhas nutricionais específicas para bovinos de corte, nas suas fases de cria, recria, engorda e confinamento, proporcionando aumento do ganho de peso, da fertilidade e sanidade dos animais, além da melhoria da qualidade do produto acabado.

“Vacas leiteiras são excelentes conversoras de alimentos em proteína animal de elevado valor biológico, o leite bovino. Para atingir todo o seu potencial produtivo precisamos ajudá-las com a melhoria simultânea das condições de ambiente e manejo, especialmente do alimentar e nutricional”, conclui William Tabchoury.

Fonte: STA PRESS

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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