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Esmagamento de Soja Alcança Nível Recorde em Junho de 2024

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De acordo com a análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o esmagamento de soja em Mato Grosso atingiu um novo recorde em junho de 2024, totalizando 1,08 milhão de toneladas processadas. Esse volume representa um crescimento de 10,30% em relação ao mesmo mês de 2023 e é 9,49% superior à média dos últimos três anos.

No acumulado do primeiro semestre de 2024, de janeiro a junho, o estado registrou um aumento de 13,74% em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando 6,49 milhões de toneladas esmagadas. Esse crescimento no ritmo das indústrias é impulsionado pela maior capacidade de processamento no estado e pela crescente demanda por coprodutos da soja, como farelo e óleo.

Embora o volume de esmagamento tenha alcançado níveis recordes, a margem bruta em junho de 2024 foi de R$ 334,47 por tonelada, refletindo uma desvalorização de 2,06% em relação ao mês anterior e uma queda significativa de 43,96% em comparação a junho de 2023. Essa diminuição nas margens brutas em 2024 é atribuída à recuperação dos preços da soja nos últimos meses e à expressiva queda no preço do farelo, que se encontra abaixo de R$ 2.000,00 por tonelada este ano.

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O Imea enfatiza que, apesar do aumento no esmagamento de soja em Mato Grosso, as margens brutas têm sido inferiores em 2024 em relação ao ano anterior. Esse cenário é resultado da elevação nos preços da soja e da considerável diminuição no preço do farelo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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