AGRONEGÓCIO

Escolha e armazenamento de noz-pecã: cuidados essenciais para a ceia de Natal e Ano Novo

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Na última terça-feira (26), o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) transmitiu o sétimo episódio da série “Segredos da Pecan” em seu canal no YouTube. Voltada tradicionalmente para produtores e entusiastas da cultura da noz-pecã, a edição desta semana trouxe orientações práticas para o consumidor final, destacando os cuidados necessários na compra e armazenamento do alimento, especialmente com a chegada das festas de fim de ano.

O apresentador e organizador da série, Lailor Garcia, recebeu o engenheiro agrônomo André Cassol, que compartilhou dicas valiosas para garantir que as nozes-pecãs cheguem à mesa com sabor e qualidade preservados. A live reforçou a importância do correto armazenamento desde a colheita até o consumo.

Qualidade começa na propriedade

Cassol enfatizou que o cuidado com a qualidade da noz-pecã tem início ainda na propriedade rural, mas o armazenamento em refrigeração é crucial para manter as características do produto. Ele recomendou que as nozes sejam guardadas em embalagens herméticas, o que minimiza o contato com o oxigênio e preserva o frescor do alimento por mais tempo.

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Entre as principais orientações para os consumidores, Cassol destacou a necessidade de atenção à aparência das nozes no momento da compra. “A noz-pecã não deve ter cor escurecida, pois isso indica oxidação e possível rancidez. O ideal é que ela seja clara, de tamanho uniforme, sem mofo e preferencialmente inteira”, explicou.

Armazenamento correto e teste de umidade

Para as sobras de nozes de pacotes já abertos, tanto Cassol quanto Garcia recomendaram o uso de potes com tampas herméticas para prolongar a conservação. “Quanto menos contato com o oxigênio, mais próximo das condições da colheita o produto se mantém”, disse Cassol.

O especialista também abordou a importância de observar a umidade do produto. Enquanto os produtores e a indústria trabalham com nozes entre 4,5% e 5% de umidade, o consumidor pode avaliar a textura ao toque e ao provar. “A noz não deve estar mole, mas tenra. Se estiver muito seca ou úmida, o sabor pode ser comprometido”, alertou Cassol. Garcia sugeriu um teste simples: partir uma noz ao meio com as mãos. “Se você ouvir um leve estalo, significa que ela está seca e em boas condições”, completou.

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Conteúdo para consumidores e produtores

Além das orientações sobre compra e conservação, a série “Segredos da Pecan” reúne informações valiosas para pecanicultores e iniciantes no cultivo da noz-pecã. No canal do IBPecan, o público encontra episódios anteriores e uma seleção de receitas natalinas com a noz, ampliando as possibilidades de uso do produto na culinária.

Com o aumento do consumo de noz-pecã nas festas de fim de ano, a live reafirma a importância de escolhas conscientes e armazenamento adequado para garantir a qualidade do alimento nas celebrações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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