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Escolha do Fertilizante Ideal: Dicas para Potencializar Cada Tipo de Cultivo

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A empresa argentina Ruta12 divulgou no LinkedIn uma orientação essencial para produtores rurais sobre como selecionar o fertilizante ideal para cada tipo de cultivo, destacando a importância da análise do solo, do tipo de cultivo e dos custos na escolha do adubo adequado. A empresa enfatiza que esses fatores são fundamentais para garantir o sucesso na adubação e maximizar a produtividade das lavouras.

Para cultivos que demandam um crescimento vegetativo vigoroso, como trigo, milho e pastagens, a utilização de fertilizantes nitrogenados é altamente recomendada, pois esses produtos favorecem o desenvolvimento saudável das plantas. Para leguminosas e culturas de raiz, como feijão e batata, os fertilizantes fosforados são mais apropriados, uma vez que auxiliam no fortalecimento das raízes e favorecem a florificação.

Já os fertilizantes potássicos são indicados para aumentar a resistência das plantas a condições climáticas adversas, como seca e doenças, sendo particularmente eficazes em cultivos de tubérculos e frutas. Além disso, a Ruta12 destaca a importância dos fertilizantes orgânicos, que contribuem para a melhoria da estrutura do solo e são especialmente benéficos para a agricultura regenerativa.

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A empresa também aponta que os fertilizantes foliares, que possuem rápida absorção, são eficazes na correção de deficiências nutricionais pontuais nas plantas. Uma recomendação adicional é combinar a fertilização de base com a aplicação foliar, além de adotar a rotação de cultivos. Essas práticas podem resultar em ganhos significativos na saúde do solo, aumento na eficiência do uso de insumos e, consequentemente, em melhores colheitas ao longo do tempo.

A Ruta12, empresa atuante na Argentina e especializada na comercialização de produtos agropecuários, reforça que a escolha estratégica dos fertilizantes pode ser um fator decisivo para otimizar os resultados agrícolas e garantir uma produção mais sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

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O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

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“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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