AGRONEGÓCIO

Escola Tereza Benguela qualifica 17 cuidadoras de alunos com deficiência

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A Semana Pedagógica em Cuiabá inicia um novo ciclo a partir de quinta-feira (29) com palestras e orientações aos técnicos e professores dentro das escolas e creches. Pela manhã, 17 Cuidadoras de Alunos com Deficiência (CADs), recém convocadas pela Secretaria Municipal de Educação (SME), participaram de uma breve palestra na Escola Tereza Benguela, localizada no bairro Jardim Comodoro.

O diretor da unidade, professor Márcio Santos, explica que a ideia foi explicar às profissionais o pleno funcionamento da escola, apresentar os espaços, e, ainda, orientar como as cuidadoras deverão agir em determinadas circunstâncias. “Desde o primeiro dia de aula, queremos desenvolver um ambiente seguro, acolhedor, no qual todas as crianças saibam ter respeito e possam adquirir conhecimento a cada dia”.

A coordenadora da Escola Tereza Benguela, professora Mayara Almeida, ressalta a importância da Semana Pedagógica para oportunizar debates produtivos ao ambiente escolar. “Nós contamos com o trabalho de qualidade das cuidadoras, todos os técnicos e professoras para um ano letivo de qualidade. A Semana Pedagógica é o marco inicial deste processo”, afirma.

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A cuidadora Rubiamara de Amorim Neves revela satisfação com o conteúdo ministrado pela direção da Escola Tereza Benguela. “Saio daqui confiante e com a certeza de produzir um bom trabalho ao longo de 2026”.

Dados

A Escola Tereza Benguela tem 550 crianças matriculadas para 2026. Destas, 29 são neuro-divergentes. Este total abrange os períodos matutino e vespertino. Cabe ressaltar que em 13 de janeiro, houve o primeiro chamamento de 1.190 cuidadores, sendo 799 para jornada de 30 horas e 391 para jornada de 40 horas semanais, contemplando todas as regionais do município. Já no dia 23 de janeiro na 2ª convocação, foram chamados 1.274 aprovados função de Cuidadores de Aluno com Deficiência – 30h. No total, são 2.210 alunos neurodivergentes em Cuiabá, conforme quadro de demanda apresentado à Secretaria Municipal de Educação (SME) em dezembro de 2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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