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Escassez impulsiona valorização do caroço de algodão em Mato Grosso

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Mercado registra aumento nos preços

O mercado do caroço de algodão em Mato Grosso apresentou valorização de 2,15% na última semana, segundo boletim divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A cotação média da tonelada chegou a R$ 1.434,40, refletindo um cenário de oferta reduzida e alta procura pelo insumo.

Preços mais que dobram em um ano

Ainda de acordo com a análise, os preços atuais representam uma alta de 113,48% em comparação ao mesmo período de 2024. Esse expressivo avanço anual evidencia o impacto da escassez de produto no mercado disponível.

Escassez estimula valorização

O Imea explica que muitos vendedores já comercializaram totalmente seus estoques, o que permite aos produtores que ainda possuem volumes armazenados negociar a preços mais elevados. “A limitação da oferta tem sido um dos principais fatores por trás da valorização observada”, destaca o instituto.

Demanda aquecida pressiona o mercado

A urgência por parte de compradores também influencia o comportamento dos preços. A análise indica que empresas com maior necessidade de adquirir o insumo estão dispostas a pagar mais, contribuindo para o avanço das cotações.

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Negociações antecipadas ganham força

O relatório semanal aponta ainda um aumento nas negociações por meio de contratos futuros. A comercialização antecipada do caroço de algodão referente à safra 2024/25 atingiu 44,96% do volume total até março, superando em 8,49 pontos percentuais a média dos últimos cinco anos para o período.

Segundo o Imea, essa estratégia tem sido adotada pelos produtores como forma de garantir preços atrativos em meio ao cenário de incerteza quanto à disponibilidade futura do produto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com prazo do ITR no fim, produtores pedem mais 15 dias para declarar

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A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) pediu à Receita Federal que prorrogue por 15 dias o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. A entidade afirma ter recebido relatos de travamentos, lentidão e dificuldade para concluir o envio. Até agora, o pedido não mudou o calendário: o prazo termina nesta quarta-feira (30.09), às 23h59, no horário de Brasília.

A solicitação foi encaminhada por ofício na segunda-feira (28). Segundo a Faep, parte dos problemas atingiu proprietários de imóveis rurais com mais de 100 hectares, que inicialmente precisavam preencher a declaração pelo serviço online. Inconsistências em dados cadastrais que não eram recuperados pelo sistema dificultaram a conclusão do procedimento, afirma a entidade.

Em 21 de setembro, a Receita passou a permitir que esses contribuintes também utilizassem o Programa ITR 2026, instalado no computador. Para a federação, a abertura dessa alternativa a poucos dias do vencimento reforça a necessidade de conceder mais tempo a quem encontrou dificuldades na plataforma.

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“Os produtores precisam de condições para cumprir essa obrigação. A lentidão no sistema e a mudança nas opções de entrega nos últimos dias justificam a prorrogação”, afirmou o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Enquanto não houver anúncio oficial de prorrogação, o produtor deve considerar o prazo de 30 de setembro. Quem ainda não entregou a declaração pode consultar as orientações para declarar o ITR e evitar multa publicadas ontem pelo Pensar Agro (clique aqui).

A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, respeitado o mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence nesta quarta-feira. A Receita ainda não anunciou mudança para nenhum desses vencimentos.

Fonte: Pensar Agro

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