AGRONEGÓCIO

Entrega de cestas natalinas garante apoio alimentar a idosos do CCI Maria Ignez

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na segunda-feira (22), a entrega de 220 cestas básicas natalinas a idosos atendidos pelo Centro de Convivência de Idosos (CCI) Maria Ignez. A ação beneficia todos os idosos ativos cadastrados na unidade e integra uma iniciativa mais ampla que contempla os CCIs do município, viabilizada por meio de parceria entre o Núcleo da Primeira-Dama do Município e o Governo do Estado.

Do total de 220 idosos ativos, 101 estiveram presentes no dia da entrega e receberam a cesta no próprio CCI. Os demais terão o benefício garantido nos próximos dias. Parte das cestas será entregue diretamente nas residências, especialmente aos idosos acamados ou com dificuldades de locomoção, assegurando que todos os cadastrados sejam atendidos. “Temos um motorista específico e uma equipe alinhada com a Secretaria para levar as cestas até aqueles que não conseguem vir até o CCI. Ninguém ficará sem receber”, destacou a gerente do CCI Maria Ignez, Paloma Ferreira Lima.

A primeira-dama e vereadora Samantha Íris destacou que a ação vai além do apoio alimentar e representa cuidado e presença do poder público. Segundo ela, a entrega das cestas natalinas simboliza respeito à trajetória de quem ajudou a construir a cidade. “O Natal é um período de acolhimento e solidariedade. Garantir que esses idosos recebam a cesta, inclusive aqueles que não conseguem sair de casa, é uma forma de dizer que eles não estão sozinhos”, afirmou.

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Samantha também ressaltou a importância da parceria com o Governo do Estado, que possibilitou a execução da ação em todos os CCIs. “Quando Município e Estado caminham juntos, conseguimos alcançar mais pessoas e levar dignidade a quem mais precisa”, completou.

A entrega das cestas ocorre em um contexto de fortalecimento das políticas públicas voltadas à pessoa idosa em Cuiabá. Os Centros de Convivência têm sido palco de ações integradas que unem assistência social, orientação e promoção de direitos, como as atividades recentes do Procon Municipal voltadas à prevenção de golpes e à informação em linguagem acessível.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, tem ressaltado que o cuidado com a população idosa deve ser contínuo e baseado na escuta. Em ações nos CCIs, a gestora destacou que iniciativas como essa reforçam o compromisso da administração municipal com um envelhecimento digno, aliado a melhorias estruturais e à ampliação dos serviços.

Ao garantir que todos os idosos cadastrados recebam a cesta básica, a ação no CCI Maria Ignez reafirma que a política pública de assistência vai além do atendimento presencial. Ela alcança os territórios, as casas e as histórias de vida, levando alimento, cuidado e dignidade em um período marcado pela solidariedade e pelo espírito natalino.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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