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Enfermeiro do Hospital São Benedito lança seu primeiro livro de autoajuda: ‘O Segredo dos Lados’

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O enfermeiro Leliel Jorny Xavier de Almeida, de 43 anos, acaba de lançar seu primeiro livro, O Segredo dos Lados: Uma Autorreflexão Comportamental, uma obra de autoajuda voltada para a liderança e o comportamento profissional. Natural de Cuiabá e com raízes nordestinas, Leliel é graduado em Enfermagem, com especializações em Enfermagem do Trabalho e Auditoria em Saúde. Desde 2019, ele atua no Hospital São Benedito.

O livro, já disponível nas plataformas digitais como Amazon e Kindle, tem como base as experiências pessoais e profissionais do autor, com o objetivo de estimular os leitores a desenvolverem habilidades de liderança para superar os desafios em qualquer cenário. De acordo com Leliel, a obra não foca exclusivamente na área da enfermagem, mas propõe a aplicação da liderança em diferentes contextos profissionais, oferecendo estratégias e estímulos para o sucesso.

“O livro trata sobre liderança e a motivação necessária para enfrentar diversos cenários. Em tempos como os de hoje, a liderança é uma ferramenta essencial para superar desafios. Não se trata de um livro sobre enfermagem, mas sim de como a liderança pode ser aplicada para alcançar o sucesso em qualquer área profissional”, explica o autor. Ele destaca que, ao longo da obra, é possível perceber a importância das relações humanas e como a liderança pode influenciar positivamente tanto o sucesso pessoal quanto o profissional.

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Leliel ressalta que, embora sua profissão seja voltada para a saúde, as lições de liderança compartilhadas no livro vêm não só de sua experiência na enfermagem, mas também de desafios pessoais e momentos de superação em sua vida. O enfermeiro descreve o livro como um “ativador de estímulos”, que visa ajudar os leitores a compreender e aplicar comportamentos de liderança em diversos cenários.

O lançamento do livro foi uma jornada desafiadora para Leliel, que se aventurou em um campo completamente novo: a escrita e a publicação de livros. Sem experiência prévia no mercado editorial, ele precisou aprender todo o processo de publicação, desde a escrita até as revisões e o lançamento nas plataformas digitais.

“Eu não sabia nada sobre como escrever ou publicar um livro. Foi um caminho sem apoio inicial, mas usei as mesmas técnicas de liderança que compartilho no livro para seguir em frente. O sucesso foi rápido, e tudo aconteceu porque, mesmo sem entender muito sobre o processo, eu não desisti. A persistência, o mesmo comportamento que ensino no livro, foi o que me ajudou a alcançar esse objetivo”, comenta Leliel.

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Ele enfatiza que o livro só foi possível graças à sua insistência e dedicação em transformar seu conhecimento e vivências em uma obra capaz de ajudar outras pessoas a superarem obstáculos. Hoje, a obra está disponível na Amazon, Kindle e nas Americanas, marcando uma conquista significativa para quem iniciou sua jornada no mundo literário sem nenhuma experiência anterior.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Batata: safra de inverno amplia oferta e coloca preços em alerta

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A oferta de batata deve ganhar força entre agosto e setembro com o avanço da colheita de inverno em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), somente em agosto deverá ser retirado do campo o equivalente a 35% da safra regional, elevando o acumulado colhido para 50% até o fim do mês.

O aumento sazonal da disponibilidade pode manter as cotações pressionadas no curto prazo, especialmente se a colheita avançar simultaneamente em outros polos produtores. Para o agricultor, o cenário reforça a necessidade de acompanhar o ritmo de entrada do produto no mercado, a qualidade dos lotes e os custos de classificação, armazenamento e transporte.

Em julho, a produtividade média das lavouras de Vargem Grande do Sul ficou próxima de 30 toneladas por hectare, abaixo do potencial da região. Colaboradores consultados pelo Cepea atribuíram o resultado ao excesso de chuva registrado em maio e junho e à elevada frequência de dias nublados, que reduziu a luminosidade e prejudicou a fotossíntese das plantas.

Para agosto, a expectativa é de recuperação do rendimento para aproximadamente 40 toneladas por hectare, patamar próximo ao observado nos últimos anos. A melhora, combinada com a concentração da colheita, deverá ampliar o volume ofertado ao mercado.

O produtor, entretanto, ainda precisa manter atenção redobrada ao manejo fitossanitário. Houve registros de canela-preta depois de cerca de 60 dias da tuberização, favorecidos pela elevação das temperaturas, embora a doença tenha sido rapidamente controlada. A requeima, presente desde junho, intensificou-se em julho e também contribuiu para limitar a produtividade. Apesar dos problemas, a qualidade dos tubérculos colhidos é considerada satisfatória.

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O avanço regional da oferta ocorre em um ano de redução da produção brasileira. O levantamento de julho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a safra nacional de batata-inglesa de 2026 em 4,2 milhões de toneladas, queda de 8,3% em relação às 4,58 milhões de toneladas produzidas em 2025.

A retração é explicada principalmente pelas perdas de área. O país deverá colher 121,8 mil hectares, 9,4% menos que no ano passado. A produtividade média nacional, por outro lado, está estimada em 34,5 toneladas por hectare, crescimento de 1,2%.

A terceira safra, correspondente ao cultivo de inverno, deverá produzir 892,2 mil toneladas, recuo de 19,3% frente a 2025. A área destinada ao ciclo diminuiu 23,9%, para 22,1 mil hectares. O rendimento médio esperado, contudo, subiu 6,1% e alcança 40,3 toneladas por hectare.

Isso significa que o mercado pode enfrentar dois movimentos diferentes. No curto prazo, a concentração da colheita entre agosto e setembro amplia a oferta e pode pressionar as cotações recebidas pelo produtor. No conjunto do ano, porém, a disponibilidade nacional deverá ser menor que a registrada em 2025.

A queda de preços já apareceu no varejo. A batata-inglesa recuou 19,59% em julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A continuidade desse movimento dependerá do ritmo da colheita, do rendimento das lavouras e da qualidade comercial dos lotes que chegarem aos atacados.

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Apesar de produzir mais de 4 milhões de toneladas por ano, o Brasil não exerce papel central no mercado mundial. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que o planeta produziu 390,4 milhões de toneladas de batata em 2024. O Brasil respondeu por aproximadamente 1,1% desse volume e ocupou a 18ª posição entre os países produtores. China e Índia lideram com ampla vantagem.

A produção brasileira é direcionada principalmente ao mercado interno. No comércio exterior, o maior desequilíbrio está nos produtos processados. Em 2025, considerando a pauta formada por batata-doce e batatas preparadas ou conservadas, o país exportou 36,5 mil toneladas e importou 345,7 mil toneladas — um volume importado quase 9,5 vezes superior ao exportado.

As compras externas foram lideradas por batatas preparadas e conservadas, especialmente produtos congelados destinados ao varejo e ao setor de alimentação. Argentina, Bélgica, Países Baixos e Egito estiveram entre os principais fornecedores. O déficit não significa falta de batata fresca no país, mas revela a dependência brasileira de produtos com maior grau de processamento industrial.

Para o produtor, a entrada no pico da safra exige atenção à comercialização. Mesmo com uma produção nacional menor em 2026, a concentração temporária da oferta pode reduzir preços e margens. Qualidade, produtividade, escalonamento da colheita e negociação antecipada serão determinantes para atravessar o período de maior disponibilidade.

Fonte: Pensar Agro

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