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Encontro Técnico Aborda a Cigarrinha-do-Milho em Arroio Trinta

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O Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) apoia o Encontro Técnico que discutirá a cigarrinha-do-milho e suas implicações para o setor agrícola. O evento será promovido pela Comissão de Agricultura e Desenvolvimento Rural da Assembleia Legislativa na quinta-feira, 11 de julho, às 13h30, no Centro de Eventos Primo Valentim Paganini – Coliseu, em Arroio Trinta.

José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar, destaca que a incidência da cigarrinha-do-milho, um inseto vetor de doenças causadas por vírus e bactérias, tem gerado grandes prejuízos em Santa Catarina nos últimos anos. “O Encontro Técnico proporcionará conhecimentos e oportunidades para a troca de informações essenciais, permitindo a adoção de medidas que impactem na segurança da produção agrícola e na preservação do meio ambiente”, afirmou Pedrozo.

O deputado Altair Silva, presidente da Comissão de Agricultura e Desenvolvimento Rural da Alesc e proponente do debate, explica que o objetivo da reunião é apresentar medidas efetivas para o combate da praga, como o manejo correto do solo, a eliminação de restos culturais, o controle químico e a rotação de culturas. “A ideia é discutir a forma técnica mais adequada para exterminar esse inseto. Muitos produtores na região de Arroio Trinta relataram considerar abandonar o plantio de milho devido às perdas financeiras”, destacou o deputado.

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Além do Sistema Faesc/Senar, o evento conta com o apoio da Epagri e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc). O encontro é aberto ao público e gratuito.

Confira o tema das palestras:

  • Palestra I: Complexo de enfezamentos: entendendo os patógenos e a epidemiologia para monitoramento do inseto vetor
    • Dra. Maria Cristina Canale – Fitopatologista, Epagri
  • Palestra II: Cigarrinha do Milho: bases para manejo e prevenção do complexo de enfezamentos
    • Dr. Rodolfo Vargas Castilhos – Entomologista, Epagri

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão 2ª safra no Rio Grande do Sul tem queda de 45% na área plantada, mas produtividade supera estimativa

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A colheita do feijão da segunda safra foi concluída no Rio Grande do Sul com forte redução da área cultivada em relação ao ciclo anterior. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a área plantada foi reestimada em 9.818 hectares, representando uma queda de 45,7% na comparação com a safra passada.

Apesar da expressiva retração na área destinada à cultura, o desempenho das lavouras foi positivo. A produtividade média estadual alcançou 1.414 quilos por hectare, resultado ligeiramente superior à estimativa inicial de 1.401 kg/ha, demonstrando bom desempenho das áreas cultivadas ao longo do ciclo.

Geadas reduziram rendimento em parte das lavouras

Na região administrativa de Ijuí, uma das principais produtoras de feijão do Estado, a colheita também foi finalizada. O rendimento médio ficou em 1.604 quilos por hectare, abaixo das projeções iniciais.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a redução da produtividade foi provocada pelos efeitos das geadas registradas durante os estágios vegetativo e reprodutivo da cultura, comprometendo o potencial produtivo em parte das áreas cultivadas.

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Mesmo assim, os resultados foram considerados satisfatórios diante das condições climáticas enfrentadas durante o desenvolvimento da segunda safra.

Preço do feijão recua no mercado gaúcho

No mercado, a comercialização apresentou leve desvalorização na última semana.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta que a saca de 60 quilos de feijão foi negociada, em média, a R$ 179,73, registrando queda de 1,36% em relação aos R$ 182,20 observados na pesquisa anterior.

A redução acompanha o comportamento do mercado no encerramento da colheita, período em que a maior disponibilidade do produto tende a exercer pressão sobre as cotações.

Cenário da segunda safra

Embora o Rio Grande do Sul tenha registrado uma significativa redução da área destinada ao feijão de segunda safra, a manutenção da produtividade em níveis satisfatórios demonstra a eficiência das lavouras remanescentes. Para os produtores, o comportamento dos preços e as condições climáticas continuarão sendo fatores decisivos para o planejamento da próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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