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Encerramento da Moagem de Cana: Queda nos Preços do Etanol e Estabilidade no Açúcar

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Durante o período de 13 a 17 de novembro, o Indicador Cepea/Esalq registrou uma média de R$ 2,1420 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), indicando uma queda de 2% em comparação ao período anterior.

De acordo com os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, os demandantes reduziram o ritmo de suas compras, mostrando-se satisfeitos com as aquisições anteriores. Por outro lado, os agentes de usinas, que têm volumes expressivos de biocombustível nos tanques, foram obrigados a reduzir os preços.

Além disso, as recentes desvalorizações do petróleo exerceram influência no mercado paulista, criando expectativas de que a Petrobras possa realizar ajustes negativos nos preços da gasolina A nas refinarias.

No segmento de açúcar, as transações no mercado spot paulista continuam em um ritmo lento, mantendo a média dos preços praticamente estável. No estado de São Paulo, em 20 de novembro, o valor médio da saca de 50 quilos de açúcar estava cotado a R$ 156,13, apresentando uma queda de 0,67% em 30 dias.

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Além do feriado da Proclamação da República em 15 de novembro, as compras para pronta-entrega não mostram sinais de aquecimento neste final de ano, segundo os pesquisadores do Cepea.

Com o mercado internacional favorável, os compradores têm optado por contratos para garantir o abastecimento, inclusive os de pequeno porte, que normalmente realizam transações no mercado spot.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abitrigo celebra 35 anos e reforça papel como principal representante da indústria do trigo no Brasil

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Abitrigo completa 35 anos e se consolida como voz unificada dos moinhos de trigo

A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) chega a 2026 celebrando 35 anos de atuação, consolidada como a principal entidade representativa dos moinhos de trigo no Brasil e referência na articulação institucional do setor.

Criada em um cenário de forte intervenção estatal e fragmentação da representação setorial, a entidade surgiu com o objetivo de unificar a voz da indústria do trigo e fortalecer o diálogo com o poder público.

Fundação buscou unificar representação e fortalecer diálogo institucional

Segundo o fundador e primeiro presidente da Abitrigo, Atenor Barros Leal, a criação da entidade respondeu a uma demanda estratégica do setor, que à época contava com múltiplas representações regionais e pouca coordenação nacional.

“A política do trigo era altamente dependente do governo, e o setor tinha múltiplas vozes. A criação da Abitrigo permitiu organizar essa representação e estabelecer um interlocutor único”, afirma.

A iniciativa permitiu maior integração entre os agentes da cadeia, sem eliminar a representatividade regional, mas promovendo uma agenda nacional mais estruturada.

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Indústria do trigo passou por forte transformação nas últimas décadas

Ao longo de mais de três décadas, o setor moageiro brasileiro passou por mudanças significativas, impulsionadas pela redução da intervenção estatal, pela abertura de mercado e pelo aumento da competitividade.

De acordo com o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa, esse processo exigiu maior profissionalização e eficiência da indústria.

“A Abitrigo acompanhou e contribuiu para a modernização do setor moageiro. Hoje, representamos uma indústria mais competitiva e essencial para a segurança alimentar do país”, destaca.

Consolidação do setor fortaleceu papel institucional da entidade

A evolução da indústria do trigo também foi marcada pela consolidação de empresas, investimentos em tecnologia e ampliação da capacidade produtiva.

Esse movimento reforçou a importância da Abitrigo como articuladora institucional, ampliando sua atuação em temas estratégicos como política agrícola, comércio exterior, regulação, competitividade e sustentabilidade.

Para o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Daniel Kümmel, a trajetória da associação acompanha o amadurecimento do setor.

“A Abitrigo se fortaleceu junto com a indústria e segue sendo fundamental para promover o diálogo e defender interesses comuns”, afirma.

Entidade atua em agenda estratégica da cadeia do trigo no Brasil

Atualmente, a Abitrigo reúne os principais moinhos de trigo do país e mantém atuação ativa junto a órgãos governamentais, entidades de classe e demais elos da cadeia produtiva.

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A entidade participa de discussões relacionadas à competitividade da indústria, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável do setor moageiro.

Abitrigo reforça compromisso com inovação e futuro do setor

Ao completar 35 anos, a entidade destaca o compromisso com os desafios futuros da indústria do trigo, em um cenário marcado por inovação tecnológica, eficiência produtiva e crescente demanda por segurança alimentar.

Segundo a liderança da associação, a base construída ao longo das últimas décadas permite ao setor enfrentar novos desafios com maior organização e capacidade de articulação.

“É motivo de orgulho ver a evolução do setor e o papel que a Abitrigo desempenhou ao longo dessa trajetória”, conclui Daniel Kümmel.

Fonte: Portal do Agronegócio

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