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Embalagens FarmFresh ganham mercado acompanhando alta das exportações de frutas brasileiras em 2023

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A ABRAFRUTAS – Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados – divulgou números que demonstram o avanço significativo nas exportações de frutas em 2023 ao ultrapassar a marca de 1,2 bilhão de dólares em faturamento, representando um crescimento de 26,73% em relação ao ano anterior. Em termos de volume, o aumento foi de 6%, equivalente ao envio de mais de um milhão de toneladas de frutas para o mercado internacional.

Seguindo esse desempenho, a Termotécnica vem consolidando sua posição como fornecedora de soluções em embalagens para exportação de frutas para mercados em todo o mundo. Desde que iniciou o fornecimento das embalagens para exportação de frutas brasileiras, já foram comercializadas 1,65 milhão de conservadoras FarmFresh para o transporte de 7 milhões de quilos de frutas.

Uma das grandes ferramentas da Termotécnica para obter visibilidade no mercado internacional tem sido a participação em feiras como a FRUIT LOGISTICA BERLIM. Realizada de 7 a 9 de fevereiro, na capital da Alemanha, a FRUIT LOGISTICA é o evento mais importante do mundo para a indústria de produtos frescos e acesso direto ao mercado global. Mais uma vez a Termotécnica estará expondo a sua linha de conservadoras com a marca FarmFresh (DaColheita para o mercado nacional) no Pavilhão Brasil. O espaço é coordenado pelo Frutas do Brasil, programa de promoção às exportações da ABRAFRUTAS, com apoio da APEXBrasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

A manga e o limão estão entre as frutas mais exportadas utilizando a solução de conservadoras FarmFresh. Mas as embalagens também são utilizadas para envio de longas distâncias de cargas de avocado, uva, pitaya, figo, mamão, goiaba, maracujá, lichia, atemoia, para países de toda a Europa, como França, Espanha, Inglaterra, Áustria, e também para o Oriente Médio, Rússia, China e Canadá.

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FarmFresh proporciona ganhos efetivos para a exportação de frutas

Sempre buscando soluções para superar as barreiras logísticas, indo mais longe e mantendo a qualidade dos produtos acondicionados por mais tempo, a Termotécnica colabora com os produtores e distribuidores de frutas tipo exportação para manter elevados padrões de segurança alimentar, rastreabilidade e sustentabilidade. “Ao ampliar o shelf-life, manter a temperatura constante e serem muito leves, nossas embalagens também contribuem para aspectos de sustentabilidade como a diminuição de perdas e desperdícios na cadeia de distribuição e a redução das emissões de CO2 na atmosfera, além de serem 100% recicláveis”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Pensando na qualidade das frutas tipo exportação, do campo até a mesa do consumidor, as soluções FarmFresh têm sido um diferencial que agrega muito valor em toda a cadeia. Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções FarmFresh propiciam aos nossos clientes comunicar aos mercados internacionais esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras”.

A linha FarmFresh formada por embalagens em EPS (mais conhecido como isopor*) proporciona ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação:

  • Redução significativa de perdas nos embarques de longa distância.
  • Conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia, e menor desidratação da fruta.
  • Menor custo no frete aéreo, com quilos a menos por pallet, gerando economia no custo total do frete.
  • Valorização da fruta no ponto de venda, com ganho de market-share.
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Em termos de sustentabilidade, as caixas conservadoras FarmFresh contribuem em três frentes:

  1. Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como vasos, rodapés e molduras.
  2. Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução de perdas e desperdícios na cadeia de distribuição e consumo, em linha com o SAVE FOOD Initiative da FAO/ONU, do qual a Termotécnica é signatária.
  3. Contribuição para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de CO2 equivalente no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

Termotécnica além fronteiras na logística reversa e reciclagem do EPS

Ao expandir sua atuação nos mercados internacionais, principalmente com as conservadoras FarmFresh para exportação de frutas brasileiras, a Termotécnica criou o portal RecycleEPS.com. No portal sobre reciclagem estão disponíveis informações sobre o que é e como fazer o descarte correto do EPS, além de apresentar, por meio de um mapa dinâmico, onde encontrar os pontos de coleta mais próximos espalhados no exterior, como nos países Inglaterra, França e Holanda.

“Queremos levar a conscientização para a destinação correta e reciclagem deste material para outros mercados. Com recicladores parceiros em outros países, juntos podemos expandir o processo de logística reversa e reciclagem do EPS, fazendo a economia circular acontecer na prática”, afirma Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina, pioneira e maior recicladora desse material pós-consumo no Brasil.

*Isopor é uma marca registrada por terceiros.

Fonte: Logos Conexão e Conteúdo

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra

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Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.

O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.

O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.

A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.

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No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.

Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.

No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.

O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.

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Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.

A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.

Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.

Fonte: Pensar Agro

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