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Emater-MG entrega sementes de hortaliças, medidores de umidade e carro para municípios do estado

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A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) entregou nesta quarta-feira (26/6) kits de sementes de hortaliças, um carro e medidores de umidade de café para municípios em três regiões do estado. As entregas, que beneficiarão cerca de mil produtores, foram realizadas na sede da empresa, em Belo Horizonte.

Os municípios contemplados com kits de sementes foram Inimutaba, na região Central, São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas, Santo Antônio do Aventureiro e Ponte Nova, ambos na Zona da Mata. Serão cerca de 420 agricultores familiares beneficiados com esta ação.

Os recursos para a compra dos kits, no valor de R$ 20,1 mil, são provenientes de emenda parlamentar estadual e as doações foram feitas às prefeituras. Além da aquisição das sementes, a Emater-MG também irá prestar assistência técnica aos agricultores beneficiados.

“Essas parcerias são muito importantes. Elas potencializam nossa ação no campo. São fundamentais para garantir o desenvolvimento das atividades e melhoria da vida dos agricultores familiares”, afirmou o presidente da Emater-MG, Otávio Maia.

Os kits são compostos por pacotes com sementes de abobrinha, alface, cenoura, repolho e beterraba, suficientes para os produtores formarem hortas para o consumo doméstico e também para a comercialização das hortaliças. A preferência da distribuição das sementes é para beneficiários, que além de serem agricultores familiares, também estejam incluídos em programas institucionais de comercialização, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

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“O trabalho de extensão rural tem um papel fundamental ao ajudar o agricultor a produzir com tecnologia, com gestão, e ter volume suficiente para participar da comercialização em mercados institucionais e das feiras livres em todo o estado. Essas feiras são um diferencial, com oferta de produtos de qualidade para o consumidor e geração de renda para o produtor”, destacou o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.

Medidores de umidade

A empresa também realizou a entrega de medidores de umidade de café para os municípios de Andradas, Ibitiúra de Minas, Poços de Caldas, Campestre, Jacutinga, Caldas, Monte Sião e Bom Jesus da Penha, todos no Sul de Minas.

Medir a umidade é fundamental no processo de armazenamento, de comercialização e também da torra do café. A umidade ideal do grão é de 11% a 12%. Acima disso, o produto pode branquear, perder valor no aspecto e de qualidade. Em alguns casos, pode até mofar. Já a umidade baixa gera perda de peso do grão, afeta a torra e, consequentemente, o aroma e sabor da bebida.

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Os recursos de emenda parlamentar estadual para a compra dos equipamentos pela Emater-MG foram de R$ 68 mil. Os equipamentos também foram doados às prefeituras para serem utilizados pelos produtores dos municípios, com orientação da Emater-MG. A expectativa é de que pelo menos 500 produtores utilizem os medidores de umidade, como parte de um programa de sustentabilidade e qualidade dos cafés da região.

A Emater-MG ainda entregou um carro, também adquirido por verba de emenda parlamentar, para atendimento da empresa aos produtores do município de Acaiaca, na Zona da Mata. Cerca de 50 agricultores serão beneficiados.

Durante as entregas do dia, estiveram presentes diretores da Emater-MG, parlamentares, produtores rurais e representantes dos municípios contemplados.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emater-MG

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Expansão da indústria de papel e celulose impulsiona demanda por lubrificantes industriais de alta performance

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O crescimento acelerado da indústria brasileira de papel e celulose vem ampliando a necessidade de investimentos em eficiência operacional, confiabilidade industrial e manutenção estratégica. Na avaliação de Rogério Campos, Coordenador de Desenvolvimento de Negócios da FUCHS, os lubrificantes industriais de alta performance deixaram de ser apenas insumos operacionais e passaram a ocupar posição estratégica dentro da competitividade do setor.

A análise ocorre em um momento de expansão histórica da cadeia produtiva brasileira. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores, o Brasil produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose em 2024, crescimento de 5,2% sobre o ano anterior, consolidando o país como o segundo maior produtor global e líder mundial em exportações.

No segmento de papel, a produção nacional alcançou 11,3 milhões de toneladas, avanço de 4,6% em relação a 2023.

Para Rogério Campos, o avanço da indústria exige operações cada vez mais eficientes e tecnologicamente preparadas para suportar ambientes produtivos severos.

Crescimento da indústria aumenta pressão sobre eficiência operacional

Segundo o especialista, a expansão do setor está diretamente ligada à instalação de novos polos industriais, ampliação de fábricas e aumento da demanda global por embalagens sustentáveis, impulsionada pelo comércio eletrônico e pela substituição de plásticos.

Dentro desse cenário, Campos destaca que a confiabilidade operacional se torna um fator crítico para manter produtividade e competitividade.

“A lubrificação assume papel essencial para garantir desempenho, eficiência energética e segurança operacional, especialmente em um ambiente industrial extremamente agressivo como o da produção de papel e celulose”, analisa.

Ambientes severos exigem lubrificantes de alta performance

Na avaliação do especialista, um dos maiores desafios da indústria está nas condições extremas de operação.

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As plantas industriais do setor trabalham com:

  • Altas temperaturas;
  • Elevadas velocidades;
  • Contato constante com água e vapor;
  • Presença de agentes químicos;
  • Grandes cargas mecânicas.

Segundo Rogério Campos, essas condições aceleram desgaste, corrosão e falhas mecânicas quando não há gestão adequada da lubrificação.

“Os lubrificantes atuam diretamente na redução do atrito, dissipação de calor e proteção contra oxidação e contaminação. Quando corretamente especificados, contribuem para aumentar a vida útil dos equipamentos e reduzir paradas não programadas”, explica.

Indústria 4.0 transforma gestão da lubrificação

Outro ponto central da análise do executivo está na transformação tecnológica do setor.

Para Campos, a lubrificação industrial passa por uma evolução alinhada aos conceitos de manutenção preditiva e Indústria 4.0, com crescimento do uso de:

  • Lubrificantes sintéticos;
  • Monitoramento online;
  • Sistemas automatizados;
  • Soluções integradas de manutenção.

Na avaliação do especialista, essa transformação amplia previsibilidade operacional e reduz custos industriais.

“O mercado caminha para soluções mais inteligentes, sustentáveis e com maior estabilidade térmica, permitindo intervalos maiores de manutenção e redução significativa de falhas”, afirma.

Sustentabilidade acelera busca por soluções biodegradáveis

A análise também destaca o avanço das exigências ambientais dentro da indústria de papel e celulose.

Segundo Rogério Campos, cresce a procura por lubrificantes biodegradáveis e soluções com menor impacto ambiental, especialmente em áreas sensíveis das operações industriais.

Além disso, o desenvolvimento tecnológico vem priorizando:

  • Resistência à contaminação por água;
  • Maior estabilidade térmica;
  • Proteção anticorrosiva;
  • Resistência ao cisalhamento;
  • Melhor desempenho em ambientes úmidos.

“Essas tecnologias garantem maior proteção aos ativos industriais e ajudam a reduzir custos operacionais”, ressalta.

Falhas de lubrificação podem comprometer competitividade

Para o especialista, erros na gestão da lubrificação representam riscos operacionais e financeiros relevantes para a indústria.

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Equipamentos como bombas, compressores, mancais, turbinas, sistemas hidráulicos e transportadores dependem diretamente de lubrificantes adequados para operar de forma contínua.

Segundo Campos, falhas podem provocar:

  • Quebras mecânicas;
  • Superaquecimento;
  • Corrosão interna;
  • Paradas inesperadas;
  • Perdas de produção;
  • Aumento dos custos de manutenção.

“As consequências vão além dos danos técnicos. Afetam diretamente produtividade, competitividade e disponibilidade operacional das plantas industriais”, alerta.

Lubrificação passa a ser diferencial estratégico para o setor

Na conclusão da análise, Rogério Campos afirma que empresas que investirem em tecnologias avançadas de lubrificação tendem a ganhar vantagem competitiva nos próximos anos.

Para ele, o setor de papel e celulose brasileiro vive um momento de consolidação global e precisará sustentar crescimento com operações mais eficientes, sustentáveis e confiáveis.

“Investir em inovação e lubrificantes industriais de alta performance fortalece a competitividade das empresas e contribui para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva”, conclui.

Segundo o especialista, a modernização industrial associada à manutenção estratégica será determinante para que o Brasil continue ampliando sua relevância global na produção de papel e celulose.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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