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Doze Produtos Recebem Bônus do PGPAF em Novembro, Segundo a Conab

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Em uma publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira (8), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a lista dos produtos que contarão com bônus de desconto no Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF) durante o mês de novembro. Ao todo, doze produtos foram contemplados, sendo que, entre eles, apenas a cebola passou a receber o benefício neste mês, após não ter sido incluída na lista de outubro.

Entre os produtos que seguirão com bônus neste mês estão o açaí (AC), banana (CE, PE, SE), cana-de-açúcar (ES, RJ, SP), castanha de caju (PI, RN), erva-mate (SC), feijão caupi (TO, MT), manga (BA), mel de abelha (PI, RN, SE, MG, SP, PR, RS, SC, MS), raiz de mandioca (ES), tomate (BA, PI, SE, RJ) e trigo (RS, SC, DF, MS).

Além disso, a lista de novembro inclui novas adições, como a banana (GO), castanha de caju (CE, MA, PE), cebola (BA), feijão caupi (AP), mel de abelha (PB), raiz de mandioca (AL) e trigo (PR). Por outro lado, alguns produtos deixarão de contar com o benefício, como a borracha natural (ES), cana-de-açúcar (BA), cará/inhame (AM, ES), feijão caupi (MA), mel de abelha (AL), milho (MA), raiz de mandioca (SP) e tomate (CE, ES, MG, MT).

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A portaria com os valores dos bônus mensais foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O benefício estará em vigor de 10 de novembro a 9 de dezembro, conforme estabelecido pela Portaria SAF-MDA nº 210/2024, que também define os preços de garantia e os percentuais de bônus para os estados beneficiados.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia no campo permite ao produtor reduzir impactos do clima e aumentar a previsibilidade da produção agrícola

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A agricultura brasileira vive um cenário de contrastes. Ao mesmo tempo em que registra recordes de produção e reforça sua importância econômica, o setor enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade climática, custos elevados e à necessidade constante de ganho de produtividade.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o país atingiu uma safra histórica de 346,1 milhões de toneladas em 2025. No entanto, as projeções para 2026 indicam leve retração, influenciada principalmente por condições climáticas adversas e margens mais pressionadas no campo. O contexto reforça uma mudança estrutural no setor: o aumento da produção depende cada vez mais de eficiência, e não apenas de expansão de área.

Produção agrícola no Espírito Santo e Minas Gerais enfrenta desafios climáticos

Esse movimento já é perceptível em polos produtivos estratégicos do país. Na Região Serrana do Espírito Santo, culturas como hortifrúti e gengibre ganham relevância econômica, mas enfrentam desafios ligados à retenção de água no solo e à manutenção do vigor das plantas em períodos de estresse hídrico.

O gengibre, inclusive, se destaca como uma das culturas relevantes da agricultura capixaba, integrando uma cadeia produtiva em expansão no estado.

Já no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, a cafeicultura segue como principal atividade. A produção nacional de café deve alcançar cerca de 66,2 milhões de sacas em 2026, um crescimento de 17,1%, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e pela adoção de tecnologias no campo. Ainda assim, o desempenho da cultura permanece altamente dependente da regularidade das chuvas e de um manejo eficiente ao longo do ciclo produtivo.

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Tecnologias agrícolas ampliam eficiência no uso da água e no desenvolvimento das plantas

Diante desse cenário, tecnologias voltadas à gestão hídrica e ao desenvolvimento fisiológico das plantas têm ganhado espaço no campo. Soluções como géis agrícolas e compostos naturais vêm sendo utilizadas para melhorar a disponibilidade de água no solo, reduzir perdas e aumentar o aproveitamento de insumos.

Na prática, produtos como o HyB Plus atuam na retenção e liberação gradual de água na zona radicular, favorecendo o desenvolvimento inicial das culturas e reduzindo os impactos de períodos de estiagem. Já soluções aplicadas à irrigação, como a linha HB 10, têm como foco aumentar a eficiência da água aplicada, reduzindo perdas por percolação e melhorando sua distribuição no solo.

Além disso, produtos naturais como Hapan e Valko atuam no estímulo fisiológico das plantas, contribuindo para maior equilíbrio e melhor resposta produtiva ao longo do ciclo.

Tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia de produção

Segundo o gerente comercial da Hydroplan-EB, Francisco Carvalho, empresa referência na aplicação de gel na agricultura e no uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, o avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma como o produtor rural gerencia a lavoura.

“O produtor rural hoje precisa produzir mais com menos margem para erro. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser parte da estratégia. Quando falamos de água e desenvolvimento de planta, estamos falando diretamente de produtividade e previsibilidade de resultado”, afirma.

Agricultura mais técnica busca estabilidade e eficiência produtiva

No campo, essa transformação já é perceptível. O foco do produtor deixa de estar apenas no volume produzido e passa a incluir fatores como estabilidade de resultados, qualidade da produção e melhor uso dos recursos disponíveis.

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Em um ambiente cada vez mais técnico e exigente, a capacidade de adaptar o manejo às condições climáticas e do solo pode ser determinante não apenas para o aumento da produtividade, mas também para a viabilidade econômica da atividade.

A tendência indica que essa mudança não é pontual, mas estrutural, consolidando um novo modelo de gestão agrícola baseado em eficiência e previsibilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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