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Dólar Inicia em Alta em Dia de Poucos Indicadores Econômicos

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O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (25), com elevação de 0,21%, cotado a R$ 5,6746, às 9h07. No dia anterior, a moeda havia fechado com recuo de 0,52%, em R$ 5,6629. Esse desempenho reflete um avanço mensal de 3,97% e uma alta de 16,70% no ano, apesar de acumular queda de 0,62% na semana. Já o principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, iniciou o pregão às 10h, após fechar a quinta-feira com alta de 0,65%, alcançando 130.067 pontos, o que representa uma baixa de 0,33% na semana e recuo de 3,07% em 2023.

Contexto Econômico e Declarações de Haddad e Campos Neto

Em um cenário marcado pela expectativa de novos dados econômicos e de reuniões do G20, o mercado financeiro acompanha atentamente as recentes declarações de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. Ambos reforçaram a importância de fortalecer o arcabouço fiscal brasileiro para estabilizar a economia no médio e longo prazo.

Haddad ressaltou que o fortalecimento fiscal é essencial para alinhar receitas e despesas às diretrizes do governo e melhorar a percepção do mercado sobre a saúde financeira do país. Ele reiterou que discutirá medidas de ajuste fiscal com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições municipais, visando uma possível limitação de gastos públicos. O Banco Central, por sua vez, segue atento às pressões inflacionárias. Em evento recente, Campos Neto destacou a necessidade de manter a inflação sob controle, ressaltando a importância de ancorar as expectativas do mercado.

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Inflação e Perspectiva para a Taxa Selic

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, aumentou 0,54% em outubro, acima da projeção de 0,50% e da alta de 0,13% registrada no mês anterior. Este resultado é atribuído, em grande parte, ao aumento de 5,29% na energia elétrica, devido à bandeira tarifária vermelha patamar 2, que elevou o custo para os consumidores.

O resultado reforça as previsões de um possível aumento da Selic, atualmente em 10,75% ao ano, nos próximos meses. Analistas, como André Valério do banco Inter e Claudia Moreno do C6 Bank, alertam que a inflação de serviços deve se manter pressionada, refletindo o mercado de trabalho aquecido e os aumentos salariais acima da produtividade.

Cenário Internacional e Impacto Corporativo

No cenário externo, as atenções dos investidores estão voltadas para o desfecho da corrida eleitoral nos Estados Unidos e os balanços corporativos de empresas de destaque, como a Tesla, cujas ações subiram mais de 10% após a divulgação de uma previsão otimista para seus resultados.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão: negócios com pluma enfraquecem no Brasil e preços domésticos recuam, aponta Safras

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O mercado brasileiro de algodão apresentou enfraquecimento na comercialização da pluma ao longo da semana, com redução da liquidez no mercado físico e queda nos preços domésticos, segundo análise da Safras & Mercado. O movimento ocorreu mesmo com o bom desempenho das exportações e avanço da colheita da safra 2025/26.

Preços da pluma recuam no mercado físico

Em Rondonópolis (MT), referência importante para o algodão brasileiro, a pluma foi negociada na quinta-feira (25) a R$ 129,06 por arroba, equivalente a cerca de R$ 3,90 por libra-peso. O valor representa queda em relação à semana anterior, quando o produto era cotado a R$ 131,14 por arroba (ou R$ 3,97 por libra-peso).

No mercado CIF São Paulo, o algodão girou em torno de R$ 4,09 por libra-peso. Há uma semana, o patamar era de aproximadamente R$ 4,14 por libra-peso, sem ICMS, o que indica recuo de 1,21% no período.

O cenário reforça o descolamento entre os preços domésticos e os referenciais internacionais, em um ambiente de menor ritmo de negócios no físico.

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Exportações de algodão crescem 57% em junho

Apesar da pressão no mercado interno, as exportações brasileiras seguem em forte ritmo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o país exportou 146,845 mil toneladas de algodão em junho (14 dias úteis), com média diária de 10,488 mil toneladas.

A receita com vendas externas somou US$ 235,706 milhões, com média diária de US$ 16,839 milhões.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento expressivo de 57,9% no volume diário exportado e alta de 57,6% na receita diária, indicando fortalecimento da demanda internacional pela pluma brasileira.

Colheita da safra 2025/26 avança no Brasil

No campo, a colheita da safra 2025/26 de algodão atingiu 2,8% da área dos sete principais estados produtores, que concentram cerca de 98% da produção nacional, segundo dados da Conab.

O percentual representa avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 1,7%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava mais adiantada, em 4%, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 2,5%.

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O ritmo atual indica um início de safra próximo do comportamento histórico, ainda sob influência das condições climáticas regionais e da janela de colheita nas principais áreas produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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