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Doenças parasitárias impactam crescimento dos bezerros e provocam pesados prejuízos à pecuária

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“Os parasitas internos e externos causam atraso no crescimento do bezerro, que podem impactar negativamente no desempenho do animal pelo resto da vida. Os impactos negativos na saúde do animal no início da vida, podem impedir com que o animal expresse todo seu potencial genético e desempenho quando adulto”, resume o médico-veterinário Fernando Santos, gerente nacional de vendas de grandes animais da Syntec do Brasil.

Segundo o veterinário, os carrapatos, moscas e vermes gastrointestinais são um desafio no Brasil, pelas suas características de geolocalização. Cada um desses parasitas apresenta desafios únicos devido às suas características e comportamentos específicos. Enfrentar esses desafios requer abordagens integradas que considerem fatores geográficos, climáticos, ecológicos e comportamentais dos parasitas em questão.

Em geral, os parasitas intestinais consomem os nutrientes essenciais do trato gastrointestinal, reduzindo a eficiência na absorção desses nutrientes. Fernando Santos explica que infecções parasitárias também causam estresse nos bezerros, o que afeta seu sistema imunológico e a capacidade de enfrentar outros desafios ambientais. “A competição pelos nutrientes, lesões determinadas no trato gastrointestinal, e a menor digestibilidade proporcionada pelos pequenos danos na parede do sistema digestivo, levam a um menor aproveitamento nutricional podendo comprometer, além do desempenho, o organismo de uma maneira generalizada, incluindo o sistema imune.”

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Para minimizar os impactos dos parasitas, é essencial implementar práticas de manejo integrado, incluindo boa higiene, controle de pastagens, uso estratégico de antiparasitários, correto manejo e aplicação dos produtos, como também o monitoramento dos animais. “A indústria e os médicos-veterinários são grandes aliados para o planejamento adequado de uma propriedade, de acordo com a realidade individual da fazenda.”

O protocolo de controle aos endoparasitas bovinos prioriza o uso de no início, na metade e ao final do período mais seco ou mais frio do ano, especialmente na fase de recria. “Para um excelente custo-benefício, é recomendada a utilização de endectocidas, produtos que controlam as infestações de parasitas internos e externos, porém é interessante a utilização de endoparasitas ou ectoparasitas para lidar com desafios parasitários específicos”, finaliza o veterinário.

Para auxiliar os criadores, a Syntec do Brasil disponibiliza uma completa e eficaz linha de antiparasitários, que são altamente eficazes no controle dos parasitas internos e externos do rebanho. T@urus e Synmectin são endectocidas com amplo espectro de ação, à base de Ivermectina. Indicado no controle e tratamento dos principais parasitas externos e internos do rebanho, como vermes gastrointestinais, berne e carrapatos.

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CiperDuo, um ectocida de amplo espectro de ação, formulado com Butóxido de Piperonila e Cipermetrina, que auxilia no combate as moscas e carrapatos. Já o Alnor é um antiparasitário oral à base de Albendazol. É eficiente no combate e na prevenção contra as formas adultas, larvares e ovais de vermes gastrointestinais, principalmente em bezerros.

Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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