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Documentário “No Coração de Cuiabá” estreia com sessão exclusiva e gratuita no Cine Teatro

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O Centro Histórico de Cuiabá ganha vida e poesia na tela grande com a estreia do documentário No Coração de Cuiabá, marcada para a próxima segunda-feira (22), às 19h30, no Cine Teatro Cuiabá. O filme conduz o público por um passeio afetivo e cultural pelas ruas, praças, igrejas e espaços boêmios que contam a história da capital mato-grossense.

Dirigido e roteirizado por Luiz Marchetti, o documentário integra o projeto turístico-cultural homônimo, que tem como objetivo valorizar a identidade local, fomentar a economia criativa e incentivar a ocupação do Centro Histórico com arte, música, gastronomia e intervenções urbanas.

Cinco rotas, muitas histórias

A narrativa audiovisual se organiza em torno de cinco rotas: Patrimônio Histórico, Praças e Espaços de Convivência, Artes e Intervenções Urbanas, Boêmia e Gastronomia e Rota da Fé.

Cada trajeto é explorado por meio de apresentações artísticas, depoimentos, performances de dança, música e teatro, além de registros da culinária cuiabana.

Entre as locações, estão marcos como o Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), a Praça da Mandioca, a Praça Alencastro, a Escadaria do Beco Alto e o Morro do Bom Despacho. O filme mescla imagens de drone, poesia de Silva Freire e depoimentos de artistas para compor um mosaico da cultura cuiabana.

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O documentário reúne dezenas de artistas e grupos locais selecionados por curadoria.

Entre os participantes estão o Coral Desvendar, o grupo Sasminina, a cantora Estela Ceregatti e Grupo, a banda Strauss, o coletivo Elas do Choro, o Duo ClariAr (Jessica Gubert e Paulo Mantovani), o pianista Dario Scherner (Piano Gente), a cantora Karola Nunes, o grupo Tradição Cuiabana do Coxipó, além de nomes como Thiago Maia e Banda, Imitáveis, Caio Espíndola, Pretta Jana, Ariston Custódio, Sophie, Bia Trindade e Cris Chaves e Banda.

Cada apresentação foi pensada para dialogar com os cenários do Centro Histórico, transformando o espaço urbano em palco e personagem.

O documentário foi realizado pelo Instituto Cordemato em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social (Sedec), com apoio institucional da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e colaboração técnica do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Prefeitura de Cuiabá, Centro Audiovisual Luiz Marchetti e Muxirum Cuiabano.

Serviço

  • O que: Estreia do documentário No Coração de Cuiabá

  • Quando: Segunda-feira, 22, às 19h30

  • Onde: Cine Teatro Cuiabá

  • Entrada gratuita

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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