AGRONEGÓCIO

Do uso da terra ao mercado: como as visitas às fazendas impactam nas negociações no agronegócio

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No mundo do agronegócio, pode-se dizer que existem diversas estratégias voltadas à consolidação da venda dos produtos oriundos desse setor. Em razão disso, as visitas às fazendas mostram-se elementares no que diz respeito ao processo de negociação entre fornecedores, consultores, produtores rurais e agrônomos.

De fato, as visitas são mais do que uma simples formalidade, uma vez que possibilitam construir conhecimento mais profundo acerca das condições de produção, de qualidade dos produtos, bem como as práticas de manejo adotadas na fazenda.

Quando os compradores visitam as fazendas, eles têm a oportunidade de verificar, em primeira mão, a realidade do campo. Isso inclui a avaliação das práticas agrícolas, a qualidade do solo, o manejo dos recursos hídricos e o modo como os animais são tratados. Tais observações asseguram que os produtos estejam atendendo aos padrões exigidos pelo comprador.

Por conseguinte, além desses aspectos técnicos, as visitas também permitem construir um relacionamento pautado na confiança entre os produtos e os compradores. O contato presencial nas propriedades viabiliza que ambos os lados discutam detalhadamente todas as especificidades em questão, movimento que, a longo prazo, fortalece significativamente os laços e, por consequência, os negócios.

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Em síntese, é possível afirmar que a prática de levar compradores para conhecerem as fazendas pode ser uma estratégia de vendas extremamente eficaz. No entanto, para que as visitas sejam bem-sucedidas, é necessário um planejamento logístico adequado, uma vez que muitas propriedades rurais encontram-se localizadas em regiões de difícil acesso.

Desse modo, a escolha do veículo correto é fundamental. Considerar carros que adaptem-se ao tipo de solo do lugar, como uma Hilux ou um Jeep usado, pode ser uma solução prática e econômica para ter sempre à disposição o transporte adequado para cada visita.

Todavia, embora as visitas sejam extremamente importantes, existem outras estratégias que também desempenham um papel relevante no agronegócio. Feiras e exposições agrícolas, por exemplo, são excelentes oportunidades para mostrar produtos a um grande número de potenciais compradores de uma só vez.

Além disso, o marketing digital tem ganhado espaço, permitindo que produtores alcancem mercados distantes com maior facilidade. Websites bem estruturados, presença ativa nas redes sociais e catálogos virtuais são outras estratégias que também possuem certa eficácia nas vendas.

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Fonte: Conversion + Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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