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Divinut representa noz-pecã brasileira no Congresso Mundial de Frutos Secos

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O Brasil, quarto maior produtor mundial de noz-pecã, estará representado no 41º Congresso Mundial de Nozes e Frutos Secos, que acontece de 8 a 10 de maio em Vancouver, Canadá. O evento, promovido pelo Conselho Internacional de Nozes e Frutos Secos (INC), reúne anualmente as principais empresas e representantes da cadeia produtiva de mais de 60 países.

A Divinut, empresa de Cachoeira do Sul (RS) e a maior descascadora de noz-pecã do Hemisfério Sul, participa do congresso desde 2018 e este ano chega com a expectativa de firmar bons negócios e abrir novos mercados para exportação da noz-pecã brasileira. “Cada evento que participamos nos coloca em contato com a cadeia mundial das nuts. É uma ótima oportunidade para conhecer as inovações do setor e fechar novos negócios. Já temos rodadas de negócios agendadas com empresas do Canadá, Turquia e outros países”, destaca Edson Ortiz, diretor da Divinut.

O Congresso Mundial é uma oportunidade para apresentar a qualidade da noz-pecã gaúcha ao mercado internacional. Em 2023, a Divinut exportou seu primeiro lote de 19 toneladas de noz-pecã descascada para a Arábia Saudita. A empresa já vende para a Espanha, seu maior comprador, e também para Israel, Itália e Egito. No início de 2024, embarcou 24 toneladas para Montreal, no Canadá, e para os Estados Unidos, maior produtor mundial. Agora, a Divinut busca aumentar sua relevância no mercado global, destacando a noz-pecã brasileira como uma opção competitiva.

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O Congresso Mundial é mais do que uma feira de negócios; também é um importante fórum de discussões, especialmente sobre sustentabilidade na produção de nozes e frutos secos. “Os países importadores são muito rigorosos. É preciso atender a muitas exigências para acessar esses mercados”, explica Ortiz. A Divinut já adota práticas de ecoeficiência e ESG e está implementando normas como ISO 9001 e FSCC para melhorar ainda mais seu processo produtivo e atender ao mercado global.

A empresa também é autossuficiente em energia, utilizando painéis fotovoltaicos e biomassa para aquecimento de ar e água. Além disso, reaproveita a água da chuva e substratos de cascas de noz-pecã e outros resíduos da indústria de arroz.

Safra 2024

Apesar das projeções de uma safra menor para este ano devido às chuvas no Sul do Brasil durante o período crucial de polinização, as expectativas para negócios durante o Congresso são positivas. “Mesmo com essa tendência de um menor volume de nozes, essas rodadas de negócios são estratégicas porque miram a produção das próximas safras, garantindo demandas para os produtores de noz-pecã do Brasil”, conclui Ortiz.

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O Brasil é o quarto maior produtor mundial de noz-pecã, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, México e África do Sul. A participação no Congresso Mundial de Nozes e Frutos Secos é fundamental para consolidar a posição do país no mercado global e garantir a continuidade do crescimento no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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