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Diesel inicia agosto com alta de 0,65%, aponta levantamento da Edenred Ticket Log

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Média nacional do diesel sobe em agosto

De acordo com o levantamento, o diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,20, enquanto o diesel S-10 atingiu R$ 6,22, representando alta de 0,65% em relação à primeira quinzena de julho.

“O valor médio do combustível volta a se aproximar dos patamares registrados no início do ano, reflexo de ajustes na cadeia de distribuição e variações no mercado internacional que impactam diretamente os preços”, afirma Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade.

Diferenças regionais nos preços

Na análise por regiões, a maioria acompanhou a média nacional com altas leves no preço do diesel comum:

  • Sul: maior alta para o diesel S-10, de 1,68%, com preço médio de R$ 6,06, menor média entre regiões;
  • Sudeste: maior aumento para o diesel comum, de 0,99%, alcançando R$ 6,13;
  • Norte: manteve as médias mais altas, R$ 6,79 (comum) e R$ 6,60 (S-10), embora com pequenas quedas de 0,59% e 0,30%, respectivamente;
  • Nordeste: preços estáveis em relação a julho.
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O menor preço médio do diesel comum foi registrado no Sul, com destaque para o Paraná (R$ 5,96, +1,36%), enquanto o S-10 mais barato foi encontrado em Pernambuco, também a R$ 5,96 (+0,34%).

Destaques estaduais: altas e baixas
  • Acre: continua com os combustíveis mais caros do país, apesar de quedas de 0,65% (comum, R$ 7,59) e 1,05% (S-10, R$ 7,54);
  • Ceará: maior redução para o diesel comum, recuando 2,26% para R$ 6,05;
  • Amazonas: maior queda do S-10, de 1,47%, atingindo R$ 6,69;
  • Sergipe: maior alta do diesel comum no país, de 3,53%, elevando o preço médio para R$ 6,45;
  • Paraná: maior alta do S-10, 2,03%, com preço médio de R$ 6,02.
Tendência do mercado

O aumento dos preços na primeira quinzena de agosto reflete ajustes na cadeia de distribuição e o impacto das variações internacionais, trazendo novos desafios para consumidores e empresas que dependem do combustível.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

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Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

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Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

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Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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