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Dia dos Namorados impulsiona vendas no Ceaflor com alta de até 8% e variedade de flores e presentes

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Crescimento nas vendas em 2024

O Dia dos Namorados deste ano trouxe um aumento entre 6% e 8% nas vendas do Ceaflor, o maior centro de flores, plantas, acessórios para floricultura, decoração e paisagismo da região de Holambra (SP). A data, considerada a mais romântica do ano, tem movimentado o mercado com forte procura por flores e itens personalizados.

Rosas vermelhas seguem como líderes de vendas

As rosas vermelhas continuam sendo as grandes protagonistas, tanto nacionais quanto importadas, especialmente para a montagem de buquês. As orquídeas em diferentes tonalidades também têm alta demanda. Além das flores, outros itens como chocolates, pelúcias, balões e cestas com vinho e outras guloseimas compõem os presentes preferidos para a ocasião.

Oferta reduzida e alta nos preços das rosas

Embora a produção nacional de rosas tenha melhorado em volume e qualidade, a comemoração do Dia dos Namorados no início do inverno no Brasil impacta a oferta do produto, que costuma cair cerca de 30% nesse período. Para atender à demanda, o mercado recorre às rosas importadas da Colômbia e do Equador. Cotadas em dólar, essas flores acabam ficando mais caras, o que pode afastar parte dos consumidores.

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Alternativas para todos os gostos e bolsos

Apesar da alta nos preços das rosas, o Ceaflor oferece uma grande variedade de flores vermelhas e coloridas que cabem em diferentes orçamentos. As orquídeas continuam sendo uma excelente opção, mas há muitas outras alternativas para quem busca surpreender com beleza e criatividade.

Segundo Antônio Carlos Rodrigues, presidente do Ceaflor, “cada vez mais o Dia dos Namorados se apresenta como uma data aberta às novas variedades, muito em função da pluralidade de opções e da alta qualidade e durabilidade das flores. Isso, somado a uma infinidade de embalagens especiais e itens de ornamentação, incrementa o presente, tornando-o único e especial”.

Serviços personalizados aquecem o varejo

A data também impulsiona o varejo, especialmente as floriculturas que montam buquês e arranjos florais personalizados, tanto em lojas físicas quanto no ambiente online. Com criatividade, os profissionais conseguem agregar valor aos presentes mesmo com orçamento limitado.

Suculentas ganham espaço como opção duradoura

Para quem busca um presente acessível, bonito e de longa duração, as suculentas se destacam. Acompanhadas de cachepôs, chocolates, vinhos e mensagens personalizadas, essas pequenas plantas também conquistam espaço como forma de demonstrar carinho e amor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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