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Desvalorização do açúcar nas Bolsas de NY e Londres continua; mercado atento ao avanço da safra 2023/24 no Brasil

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Nesta manhã de quarta-feira (14), as bolsas de Nova York e Londres testemunham uma extensão das perdas na cotação do açúcar, seguindo a tendência da sessão anterior. O mercado mantém o foco no avanço da moagem da safra 2023/24 na região Centro-Sul do Brasil.

O cenário otimista em relação à atual safra do Brasil contribui para a desvalorização nas bolsas internacionais. Paralelamente, os agentes do mercado continuam atentos aos movimentos financeiros, destacando a influência da força do dólar nas negociações.

Por volta das 08h12 (horário de Brasília), o contrato mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York apresenta uma desvalorização de 1,50%, atingindo 22,28 cents/lb. Enquanto isso, em Londres, o principal contrato registra uma baixa de 1,22%, sendo cotado a US$ 634,10 por tonelada. A volatilidade nas bolsas reflete a sensibilidade do mercado diante dos fatores internos e externos que moldam o panorama do setor sucroalcooleiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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