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Desempenho nas exportações de carne de frango em fevereiro não alcança níveis de 2023

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Conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal nesta segunda-feira (26), as exportações de carne de aves e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas na quarta semana de fevereiro (considerando 15 dias úteis) mostraram resultados inferiores em termos de volume e faturamento se comparadas a fevereiro de 2023.

A receita acumulada com as exportações de carne de frango até o momento em fevereiro atingiu US$ 534.568,18, o que representa 80,17% do total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2023, que alcançou US$ 666.778,456. No que diz respeito ao volume embarcado, as 311.029,844 toneladas correspondem a 88,03% do total registrado no mesmo mês do ano anterior, que foi de 353.297,062 toneladas.

A média diária de faturamento até agora neste mês foi de US$ 35.637,878, indicando uma queda de 3,8% em comparação com fevereiro de 2023. Em relação à semana anterior, houve uma redução de 9,03%, comparado aos US$ 39.176,9072 registrados na semana passada.

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Quanto às toneladas por média diária, o número foi de 20.735,322, representando um aumento de 5,6% em relação ao mesmo mês de 2023. No entanto, quando comparado à semana anterior, observa-se uma diminuição de 7,52% em relação às 22.422,153 toneladas da semana anterior.

O preço médio pago por tonelada, que foi de US$ 1.718,703, é 8,9% inferior ao praticado em fevereiro do ano passado. Este resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa uma diminuição de 23,84% em comparação com os US$ 2.256,933 registrados na semana passada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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