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Desempenho exportador das carnes na primeira semana de setembro de 24

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Embora setembro corrente tenha um dia útil a menos que agosto passado, as perspectivas na exportação de carnes são melhores, sobretudo pela sinalização da normalização dos embarques de carne de frango que, no mês passado, recuaram mais de 10% em relação ao mesmo mês do ano anterior, retrocedendo ao menor volume em nove meses.

Nos primeiros cinco dias úteis do mês, os embarques médios diários das carnes bovina e de frango podem ser considerados excepcionais, pois aumentaram, respectivamente, 45% e 25% em relação a setembro de 2023. Com, aproximadamente, 4% de expansão, a carne suína teve incremento mais moderado.

Ganha, porém, na recuperação do preço. Pois o valor alcançado na abertura do mês pela carne suína se encontra mais de 10% acima do registrado um ano atrás. O preço da carne de frango também registra boa recuperação (aumento de 6,23%), apenas a carne bovina continuando com valor negativo em relação ao ano passado (queda de quase 3% em setembro corrente).

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Em função desses desempenhos, os resultados – em termos de receita cambial média diária – vêm sendo todos positivos. Assim, enquanto a receita da carne bovina permanece mais de 40% acima da registrada no mesmo mês do ano passado, a da carne de frango apresenta agora expansão próxima de um terço. Com evolução também mais moderada, a receita da carne suína se encontra mais de 14% acima da alcançada há um ano.

A considerar que, mantidas as atuais médias diárias no volume e na receita cambial, os resultados positivos do mês serão ainda superiores, pois setembro corrente tem um dia útil a mais que setembro de 2023. Tal perspectiva é reforçada pelo fato de, transcorridos menos de 25% do mês (5 de 21 dias úteis), os índices ora alcançados pelas carnes bovina e de frango ultrapassam os 30% do total registrado há um ano, enquanto os da carne suína se encontram acima dos 25%.

Fonte: SuiSite

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

São Paulo lidera ranking nacional com 564 Selos Arte e impulsiona produção artesanal de alimentos de origem animal

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São Paulo se torna referência nacional na certificação de produtos artesanais

O Estado de São Paulo alcançou a liderança nacional no número de Selos Arte concedidos a estabelecimentos produtores de alimentos de origem animal. Ao todo, são 564 selos emitidos, consolidando o estado como principal polo de certificação no país.

Os dados acompanham o crescimento do registro de estabelecimentos artesanais no Serviço de Inspeção de São Paulo (SISP), vinculado à Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Atualmente, os produtos certificados estão distribuídos entre 298 estabelecimentos registrados no SISP e outros 266 vinculados a Serviços de Inspeção Municipais (SIMs).

Selo Arte permite comercialização interestadual de produtos artesanais

O Selo Arte é uma certificação do Governo Federal que autoriza a comercialização interestadual de alimentos artesanais de origem animal, como queijos, embutidos, mel e outros produtos típicos.

A iniciativa beneficia pequenos e médios produtores ao permitir a ampliação de mercado, mantendo a identificação de produtos com características tradicionais e regionais.

De acordo com a legislação, são considerados artesanais os produtos elaborados em pequena escala, com processos tradicionais e identidade regional.

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Crescimento do setor reflete expansão da agroindústria artesanal paulista

Além dos 564 Selos Arte concedidos, São Paulo conta atualmente com 299 estabelecimentos artesanais registrados no SISP e aptos a solicitar a certificação.

O setor é distribuído em diferentes cadeias produtivas:

  • 130 estabelecimentos de carnes
  • 114 de leite
  • 20 de ovos
  • 27 de mel
  • 13 de pescados

O avanço reflete a expansão da agroindústria artesanal no estado e o fortalecimento da formalização da produção.

Simplificação de regras impulsionou crescimento acelerado dos registros

O crescimento do setor ganhou força a partir de 2023, após a publicação da Resolução SAA nº 63, que simplificou os processos de registro, reforma e ampliação de estabelecimentos artesanais vinculados ao SISP.

Desde então, o número de registros apresentou forte evolução:

  • 47 estabelecimentos registrados em 2023
  • 106 em 2024
  • 115 em 2025
  • 51 já em 2026

Segundo a Coordenadoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal (CIPOAV), o ritmo de formalização aumentou significativamente.

“Até 2023, tínhamos uma média de 2,2 registros de artesanal por ano e hoje o SISP registra um estabelecimento artesanal em média a cada 3,15 dias”, destacou o órgão.

Estado lidera expansão e reforça competitividade do setor artesanal

Para a Defesa Agropecuária, a liderança de São Paulo no número de Selos Arte reflete a consolidação de políticas públicas voltadas à formalização e valorização da produção artesanal.

“Queremos, além de nos consolidar nessa posição, que os produtores artesanais com SISP nos submetam ainda mais pedidos de Selo Arte para que continuemos levando o sabor e a qualidade de nossos produtos para todo o Brasil”, afirmou João Gustavo Loureiro, responsável pela CIPOAV.

Registro garante acesso ao mercado e valorização do produto artesanal

Para obter o registro como estabelecimento artesanal no SISP, o produtor deve procurar a unidade regional da Defesa Agropecuária correspondente à sua região.

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A certificação se tornou um instrumento estratégico para ampliar a competitividade, garantir segurança alimentar e permitir que produtos artesanais alcancem novos mercados em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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