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Desempenho do frango abatido na 36ª semana de 2024, primeira do mês de setembro

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Na primeira semana de setembro (1 a 7, cinco dias de negócios), o frango abatido alcançou um dos melhores resultados de 2024, antecipando que desempenho ainda superior pode ser alcançado nesta semana, com a chegada plena dos salários ao mercado.

Ainda assim, manteve-se a principal característica do produto no corrente exercício: a estabilidade de preço. Pois, mesmo em alta, a cotação média da semana (perto de R$7,40/kg, por ora também a cotação média do mês) aumentou apenas meio por cento em relação à semana anterior e menos de 1% em relação às primeiras 35 semanas de 2024. Estas, por sua vez, continuam com variação inferior a 5% entre preços máximos e mínimos, contra – por exemplo – variação superior a 28% no mesmo período de 2023.

Por outro lado, porém, a estabilidade presente faz as cotações deste ano reaproximaram-se das registradas em 2023. Usando outro exemplo, dois meses atrás (julho) o preço médio alcançado pelo frango abatido ficou mais de 25% acima do registrado um ano antes. Agora, inicio de setembro, essa diferença cai para apenas 5,13% e deve retroceder ainda mais com o avançar do mês. Em essência porque, em setembro de 2023, o frango abatido registrou forte valorização (aumento de 11% em relação ao mês anterior).

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Naturalmente, a hipótese de um aumento do gênero em 2024 está descartada, dada a estabilidade até aqui observada. Assim, o atual (aparente) ganho deve reduzir-se ainda mais nesta e nas próximas semanas.

Frango vivo

A despeito da recuperação do abatido, o frango vivo disponibilizado no mercado independente do Estado de São Paulo permanece pouco demandado, com desempenho que mantém o mercado calmo e a cotação do produto estacionada em, no máximo, R$5,50/kg, 11,5% a mais que o registrado na média de setembro de 2023 (R$4,93/kg).

Já em Minas Gerais, onde o frango vivo vem operando em mercado firme há algumas semanas, houve recuperação de 10 centavos/quilo na semana, com o que os negócios têm sido realizados na faixa de R$5,30/kg, valor cerca de 7% superior ao apontado pela AVIMIG para setembro de 2023 (R$4,97/kg).

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmara de Cuiabá aprova projeto de lei que institui o Programa Siminino Cuiabá

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A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, nas sessões ordinárias desta semana, dois projetos de autoria do Poder Executivo: a criação do Programa Siminino Cuiabá e alterações no Conselho Municipal de Segurança Alimentar.

O Projeto de Lei que institui o Programa Siminino Cuiabá, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, é voltado ao atendimento de meninos com idades entre 6 e 14 anos e 11 meses.

O programa funcionará no contraturno escolar, com foco no fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e na prevenção de situações como trabalho infantil, evasão escolar, abuso sexual e cooptação pela criminalidade. A permanência dos participantes estará obrigatoriamente vinculada à frequência escolar.

Entre as atividades previstas estão ações de esporte, lazer, cultura, artes, saúde e cidadania, além de acompanhamento psicossocial. A proposta também prevê o estímulo ao protagonismo juvenil, com incentivo ao desenvolvimento de habilidades e talentos, contribuindo para a formação cidadã.

De acordo com a proposta, as despesas correrão por conta das dotações orçamentárias do Fundo Municipal de Assistência Social. A lei autoriza ainda a celebração de convênios e parcerias com entidades da sociedade civil, ampliando a capacidade de atendimento.

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O projeto que institui o Siminino foi votado na terça-feira (14), e a alteração no Conselho foi aprovada na quinta-feira (16), ambas em regime de urgência simples.

O Projeto de Lei que trata de alterações no Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, com 18 votos favoráveis, foi aprovado durante a sessão de quinta-feira (16). A proposta promove a adequação da legislação municipal de Cuiabá aos requisitos do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. A mudança é obrigatória para que o município resolva inconsistências apontadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e possa aderir formalmente ao sistema nacional, garantindo acesso a recursos e programas federais de combate à fome.

Em relação à composição do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, o texto estabelece que dois terços, correspondentes a 14 membros, serão da sociedade civil organizada, e um terço, equivalente a sete membros, será composto por representantes do governo municipal. Também há adequação ao Decreto Federal nº 7.272/2010, que determina que a presidência do conselho seja exercida por representante da sociedade civil.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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