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Descubra a carne com menor teor de gordura e maior quantidade de proteína que frango e peixe

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O filé mignon suíno destaca-se por suas qualidades nutricionais, sendo uma opção saudável para quem deseja enriquecer o cardápio. De acordo com a nutricionista Amanda Jhessy, que atua em Brasília, esse corte é uma excelente fonte de proteínas, fundamentais para o crescimento e a manutenção da massa muscular, além de apresentar um baixo teor de gordura, especialmente quando preparado de maneira saudável.

Mais proteína e menos gordura

O filé mignon suíno é classificado como uma carne magra e nutritiva, contendo cerca de 22 gramas de proteína e apenas 2 gramas de gordura a cada 100 gramas, conforme informações da nutricionista Amanda. Além disso, é uma opção mais acessível em comparação a outros cortes, podendo ser encontrado a partir de R$ 18 o quilo, dependendo da região e do açougue.

Amanda salienta que essa carne possui menos gordura do que muitos cortes de frango e uma quantidade de proteína geralmente superior à maioria dos peixes. Essa combinação torna o filé mignon suíno uma escolha atrativa para quem busca aumentar a ingestão de proteínas sem excessos de gordura.

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A nutricionista Letícia Vieira, do Centro Clínico Mantevida, também em Brasília, observa que, embora o filé mignon suíno apresente um pouco mais de gordura do que o peito de frango, ele ainda é considerado magro em comparação a outras partes do porco e a alguns tipos de peixe. “Quando preparado adequadamente, o filé mignon suíno pode ser uma adição excelente à dieta, proporcionando proteínas de alta qualidade a um custo acessível”, afirma Letícia.

Métodos de preparo saudáveis

A forma de preparo da carne é essencial para manter sua saúde e sabor. O filé mignon suíno pode ser preparado de diversas maneiras:

  • Grelhado: Esta é uma das formas mais saudáveis de cozinhar, pois permite que a gordura excedente escorra, resultando em uma carne mais magra e com menos calorias adicionais.
  • Assado: Assar o filé também é uma opção saudável, já que o excesso de gordura pode ser eliminado durante o cozimento, resultando em uma carne saborosa e leve.
  • Frito: Embora essa técnica possa intensificar o sabor e a textura da carne, ela tende a adicionar calorias e gordura extras. Para uma escolha mais saudável, recomenda-se evitar o uso excessivo de óleo.
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O filé mignon suíno se apresenta, portanto, como uma alternativa nutritiva e saborosa, ideal para quem busca equilibrar saúde e custo na alimentação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado global de açúcar pode registrar déficit em 2026/27, alerta Organização Internacional do Açúcar

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A Organização Internacional do Açúcar projeta que o mercado global de açúcar deverá entrar em déficit na safra 2026/27, sinalizando uma possível mudança no equilíbrio entre oferta e demanda após um período de superávit mundial.

Segundo estimativa divulgada pela entidade em atualização trimestral, o déficit global deverá alcançar 0,262 milhão de toneladas métricas na próxima temporada, refletindo principalmente uma queda prevista de cerca de 2 milhões de toneladas na produção mundial.

El Niño amplia preocupação com oferta global de açúcar

De acordo com a OIA, o avanço do fenômeno climático El Niño aumenta os riscos para importantes regiões produtoras, elevando as preocupações com produtividade agrícola e oferta global da commodity.

O relatório aponta que as condições climáticas podem afetar diretamente a produção de cana-de-açúcar em grandes exportadores, alterando o comportamento do mercado internacional ao longo de 2026 e 2027.

A entidade destacou que a previsão de déficit marca a primeira estimativa oficial para a safra 2026/27.

Superávit global de açúcar em 2025/26 foi revisado para cima

Apesar da perspectiva de déficit futuro, a Organização Internacional do Açúcar revisou para cima sua projeção de superávit global na temporada 2025/26, considerando o ciclo entre outubro e setembro.

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A estimativa passou de 1,22 milhão para 2,244 milhões de toneladas métricas, indicando oferta ainda confortável no curto prazo.

Segundo a entidade, o cenário atual tende a manter os preços relativamente estáveis nos próximos meses.

“A perspectiva para os preços nos próximos três meses é neutra, pois o superávit de 2025/26 é modesto”, informou a organização.

Formação de estoques pode sustentar preços internacionais

Mesmo com oferta global positiva na temporada atual, a OIA avalia que alguns fatores podem limitar pressões de baixa sobre os preços internacionais do açúcar.

Entre eles estão:

  • preocupações com redução no uso de fertilizantes;
  • aumento das operações de hedge;
  • formação preventiva de estoques;
  • incertezas climáticas relacionadas ao El Niño.

Segundo a entidade, esses elementos podem contribuir para maior sustentação dos preços no mercado internacional.

Produção global de etanol deve crescer em 2026

O relatório também apresentou projeções para o mercado global de etanol, setor diretamente ligado à cadeia sucroenergética.

A expectativa da OIA é que a produção mundial avance de 123,1 bilhões para 129,4 bilhões de litros em 2026, impulsionada principalmente pela recuperação da produção brasileira e pela expansão do setor na Índia.

O consumo global de etanol também deverá crescer, passando de 122,9 bilhões para 126,9 bilhões de litros, embora ainda permaneça abaixo da oferta prevista.

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Alta do petróleo fortalece demanda por biocombustíveis

Segundo a organização, o aumento dos preços do petróleo, influenciado pelas tensões geopolíticas no Golfo Pérsico, vem ampliando o interesse global pelos biocombustíveis.

A OIA destacou que diversos países estão ampliando programas de mistura de etanol à gasolina como estratégia energética e ambiental.

Entre os movimentos citados pela entidade estão:

  • o avanço do E32 no Brasil;
  • discussões sobre E25 na Índia;
  • ampliação do E20 na União Europeia.

Os biocombustíveis ganham competitividade econômica em cenários de petróleo elevado, favorecendo a demanda por etanol produzido a partir da cana-de-açúcar e do milho.

Brasil segue no centro das atenções do mercado sucroenergético

Com a recuperação da produção nacional prevista para 2026, o Brasil deve continuar exercendo papel estratégico no abastecimento global tanto de açúcar quanto de etanol.

O desempenho climático da safra brasileira, aliado ao comportamento da demanda internacional por biocombustíveis, deverá ser determinante para o equilíbrio do mercado global nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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