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Declaração de Rebanho 2026 em Goiás começa em maio e será obrigatória para produtores rurais

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Declaração de Rebanho 2026 em Goiás terá primeira etapa em maio

A primeira etapa da Declaração de Rebanho 2026 em Goiás será realizada entre os dias 1º e 31 de maio. O procedimento é obrigatório para produtores rurais e segue o calendário definido pela Portaria nº 173/2026 da Agência Goiana de Defesa Agropecuária.

A normativa foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 9 de abril e estabelece as regras para a atualização cadastral dos rebanhos no estado.

Atualização dos dados fortalece defesa sanitária no estado

O principal objetivo da declaração é manter atualizadas as informações sobre os rebanhos, contribuindo para o fortalecimento das ações de defesa sanitária animal.

A medida permite maior controle sobre doenças que podem afetar a produção pecuária e a saúde pública, além de garantir um diagnóstico mais preciso da realidade do campo em Goiás.

Goiás se destaca na pecuária nacional

Goiás ocupa posição de destaque no cenário pecuário brasileiro, sendo o terceiro estado com maior rebanho bovino do país.

Segundo o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, a participação dos produtores é essencial para preservar esse patrimônio e prevenir enfermidades que possam gerar prejuízos econômicos.

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Calendário prevê duas etapas obrigatórias em 2026

O calendário anual da declaração de rebanho prevê duas etapas obrigatórias ao longo do ano:

  • Primeira etapa: de 1º a 31 de maio
  • Segunda etapa: de 1º a 30 de novembro

De acordo com a Agrodefesa, não houve mudanças nas espécies que devem ser declaradas.

Produtores devem informar todas as espécies e atualizações do rebanho

A declaração deve incluir informações detalhadas sobre os animais existentes na propriedade, considerando:

  • Bovinos e bubalinos
  • Equinos, muares e asininos
  • Caprinos e ovinos
  • Aves e suínos de subsistência
  • Animais aquáticos e abelhas

Os dados devem ser atualizados com base em nascimentos, mortes e movimentações ocorridas desde a última declaração.

Declaração deve ser feita preferencialmente pelo sistema Sidago

O procedimento deve ser realizado, preferencialmente, de forma online, por meio do Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago).

Para acessar a plataforma, o produtor precisa utilizar login e senha individuais. Caso não seja possível realizar o processo digitalmente, é necessário procurar uma unidade da Agrodefesa para atendimento presencial.

Atualização cadastral e segurança de acesso são obrigatórias

A Agrodefesa reforça que os produtores devem manter seus dados atualizados no sistema, incluindo e-mail e senha individuais.

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A medida visa aumentar a segurança das informações e evitar o compartilhamento de acessos, prática que não é permitida.

Produtores que ainda não regularizaram o cadastro devem acessar o sistema utilizando as credenciais do gov.br ou buscar atendimento presencial.

Uso de procurador exige cadastro formal no sistema

O preenchimento da declaração por terceiros, como familiares ou prestadores de serviço, é permitido apenas mediante cadastro de procurador no sistema.

Para isso, é necessário apresentar uma procuração registrada em cartório e realizar o cadastro diretamente no Sidago.

O passo a passo para o procedimento está disponível no site oficial da Agrodefesa.

Participação do produtor é essencial para o controle sanitário

A Agrodefesa destaca que a adesão dos pecuaristas é fundamental para garantir a eficiência das políticas de defesa agropecuária.

Com dados atualizados, o estado consegue atuar de forma mais precisa na prevenção de doenças e na proteção do rebanho, fortalecendo toda a cadeia produtiva da pecuária goiana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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