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David Hula quebra o próprio recorde mundial de produtividade de milho com tecnologias Brandt

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O agricultor David Hula estabeleceu um novo recorde na competição da Associação Nacional de Produtores de Milho (NCGA, na sigla em inglês). Hula quebrou o próprio recorde mundial de produtividade usando tecnolgoias BRANDT, empresa líder do varejo agrícola e fabricante de produtos agrícolas especializados nos Estados Unidos. Hula colheu 651,7 sacas por hectare na categoria de plantio direto irrigado.

Hula, o renomado produtor da cidade de Charles, Virgínia, superou seu recorde anterior de 644,6 sc/ha, alcançado em 2019. “Sou abençoado por alcançar outro recorde mundial”, disse Hula. “Cada recorde mundial é uma conquista de equipe e a BRANDT tem sido uma parceira de confiança, fornecendo tecnologias inovadoras de produtos. Os produtos da BRANDT não apenas alimentam a planta, mas também promovem atividades nas raízes e em toda a planta. Tenho orgulho de ter a BRANDT na minha equipe.”

Hula e BRANDT têm perseguido outro recorde mundial desde o desenvolvimento de um programa de sucesso que estabeleceu a marca anterior de 644,6 sc/ha em 2019. Para seu recorde de 2023 e em toda a sua operação, Hula usou um conjunto de produtos baseados em tecnologia da BRANDT, incluindo:

  • BRANDT EnzUp Zn – tecnologia proprietária de nutrição enzimática para os primeiros estágios do período de crescimento da cultura, estabelecendo uma base sólida para surgimento e crescimento de plantas.
  • BRANDT Smart KB – pacote avançado de micronutrientes, com foco na nutrição de de potássio e boro.
  • BRANDT Smart Trio e N-Boost, os principais micronutrientes da BRANDT, para alimentar a cultura de forma personalizada com nutrientes adicionais na hora e no lugar certos.
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“Adoro ultrapassar os limites da cultura e chegar ainda mais perto do potencial genético da planta”, disse Hula. “A BRANDT me ajuda a cuidar dos detalhes. Consegui começar bem a colheita com suas enzimas e depois alimentá-la apenas o necessário com micros.

“Também estou ansioso para usar mais Rezadone, da BRANDT, no próximo ano em meus campos para otimizar minhas camas de sementes”, explicou Hula. “Rezadone é um novo produto biológico pós-colheita para gerenciamento de resíduos e palhada que mostra a real promessa em testes e áreas de adoção antecipada”.

O rendimento de 651,7 sacas de Hula foi 232 sacas melhor do que o próximo participante na categoria de plantio direto irrigado da NCGA. Para chegar lá, ele trabalhou em estreita colaboração com a equipe de Inovação & Descobertas da BRANDT (BRANDT Discovery & Innovation).

“Quebrar o recorde mundial de produtividade de milho é uma conquista que fala muito sobre a inovação e a eficácia dos produtos BRANDT”, disse Brian Haschemeyer, VP da BRANDT Discovery & Innovation. “A notável conquista de David demonstra a habilidade dos nossos produtos de ultrapassar os limites da produtividade agrícola”.

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Além deste e dos recordes mundiais anteriores de Hula, a BRANDT contribuiu para três recordes mundiais de soja alcançados por Randy Dowdy e Alex Harrell.

“Uau. David Hula, mais uma vez, você elevou o patamar na produção de milho, estabelecendo um novo recorde mundial extraordinário.” disse Rick Brandt, presidente e CEO da BRANDT. “É uma honra ver nossas tecnologias em seu portfólio enquanto você quebra recordes e ajuda outros produtores através do seu programa Total Acre”.

Os produtos BRANDT, incluindo todos aqueles usados na colheita de Hula, estão disponíveis no Brasil.

Fonte: BRANDT

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Queda dos preços anula avanço da safra e reduz receita do campo em R$ 66 bilhões

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O aumento da produção de grãos não deve trazer alívio proporcional ao caixa do produtor rural em 2026. Com os preços agrícolas em queda e os custos ainda elevados, o Brasil poderá encerrar o ano com redução de R$ 66 bilhões no faturamento bruto das propriedades, apesar de colher 8,5 milhões de toneladas a mais.

A combinação lança um alerta para a safra seguinte. Menos recursos disponíveis dentro da porteira significam menor capacidade para comprar insumos, corrigir o solo, contratar seguro, renovar máquinas e adotar tecnologias. Em propriedades endividadas, parte maior da receita também tende a ser direcionada ao pagamento de financiamentos anteriores.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estima que o Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária alcance R$ 1,398 trilhão em 2026. O indicador, que representa o faturamento bruto obtido com a produção dentro dos estabelecimentos rurais, havia atingido R$ 1,464 trilhão em 2025. A retração projetada é de 4,5%.

Isan Rezende

“O número que interessa ao produtor não é apenas quanto saiu da lavoura, mas quanto permaneceu no caixa depois da comercialização. Produzir mais exige capital, tecnologia e risco. Quando esse esforço resulta em menor receita, a propriedade perde capacidade para iniciar o ciclo seguinte nas mesmas condições”, afirma Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT).

A perda ocorre justamente quando o país se aproxima de um novo recorde físico. O 11º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê 360,8 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, crescimento de 2,4% sobre a temporada anterior.

A expansão foi sustentada principalmente pelo aumento da área cultivada, que chegou a 83,5 milhões de hectares, 2,1% acima do ciclo passado. A produtividade média nacional foi estimada em 4.322 quilos por hectare, mantendo-se próxima do resultado anterior.

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Os dados da safra e do VBP possuem metodologias e períodos de referência diferentes. O primeiro levantamento mede a produção física de grãos ao longo do ciclo agrícola. O segundo calcula o faturamento de 17 lavouras e cinco atividades pecuárias com base na quantidade produzida e nos preços recebidos. Ainda assim, os dois indicadores expõem um movimento comum: o crescimento do volume não está sendo acompanhado pela valorização dos produtos.

A pressão é maior na agricultura. O faturamento bruto das lavouras deve recuar 6% e ficar em R$ 893,331 bilhões. Na pecuária, a previsão é de R$ 504,866 bilhões, redução de 1,7%.

A soja deve permanecer praticamente estável, com R$ 336,028 bilhões, mas outras cadeias importantes apresentam perdas. O VBP do milho foi calculado em R$ 158,408 bilhões, queda de 6,6%. Na cana-de-açúcar, o recuo chega a 8,8%, para R$ 108,746 bilhões. O café perde 11,6%, com previsão de R$ 103,471 bilhões, enquanto o algodão registra redução de 5,7%, para R$ 34,252 bilhões.

As quedas mais acentuadas aparecem no cacau, cujo valor de produção diminui 57%; na laranja, com retração de 41,8%; e no trigo, com perda de 25,4%. Apenas banana, batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate apresentam crescimento entre as lavouras acompanhadas pelo ministério.

“A reação começa no planejamento. Diante de uma margem menor, o produtor revê a área, troca de cultura e corta investimentos que não consegue financiar. O risco é entrar em um processo no qual a baixa rentabilidade reduz o uso de tecnologia e essa redução compromete a produtividade futura”, diz Rezende.

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O trigo já apresenta sinais desse ajuste. A área plantada com o cereal diminuiu 20,4%, enquanto a produção deve cair 26,2%, para aproximadamente 5,8 milhões de toneladas. A retração está relacionada às condições de mercado, que levaram produtores a reduzir a exposição a uma cultura de custo elevado e rentabilidade incerta.

O aperto também alcança os demais elos da cadeia. O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio recuou 2,01% no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), elaborado em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A maior retração ocorreu no segmento primário, de 4,15%. Também houve perdas nos insumos, nos serviços ligados ao agronegócio e na agroindústria. A participação estimada do setor na economia brasileira caiu de 25,2% em 2025 para 22,8% em 2026.

O resultado reforça a necessidade de políticas voltadas não apenas à expansão da colheita, mas à proteção da renda rural. Crédito acessível, seguro, armazenagem, logística e melhores condições de comercialização podem determinar se o recorde atual será convertido em capacidade produtiva para os próximos anos.

“Uma agricultura forte não pode ser medida somente pela quantidade que embarca ou entrega ao mercado. É necessário garantir condições para que o valor gerado permaneça na propriedade e seja reinvestido. Sem renda, até uma safra recorde pode deixar como herança endividamento, redução de tecnologia e menor disposição para plantar”, afirma Rezende.

Fonte: Pensar Agro

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