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Custos de produção são atualizados no Paraná e Rio Grande do Sul

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Desta vez, os técnicos da estatal coletam informações que fomentarão os cálculos dos custos de soja, milho, pinhão e feijão em municípios do Paraná. Também será pesquisado o arroz em municípios do Rio Grande do Sul.

Ao longo do processo serão aferidos coeficientes técnicos e preços de mão de obra, ferramentas e outros insumos utilizados nas atividades para produção destes grãos. Os painéis contam com a participação de diversos segmentos que compõem o processo produtivo, tais como produtores, assistência técnica, revendas de insumos e órgãos de pesquisa.

Os primeiros encontros aconteceram segunda-feira (4) no município paranaense de Guarapuava com o setor de soja. Já na terça-feira (5) foi a vez dos produtores e fornecedores de milho da mesma região produtora. No Paraná, os técnicos da Conab ainda se reúnem hoje (6) com os produtores de Pinhão em Guarapuava e de feijão em Prudentópolis (7/12). Já no Rio Grande do Sul, as atividades tiveram início ontem (5) em Pelotas, com o setor de arroz. Também serão apurados os dados de custos de arroz em Eldorado do Sul (7/12) e em Santo Antônio da Patrulha (8/12).

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O custo de produção é uma ferramenta de controle e gerenciamento das atividades produtivas. Por meio dele são geradas informações para auxiliar nas tomadas de decisões pelos produtores rurais e na formulação de estratégias pelo setor público e privado.

Os dados também são utilizados pelo governo federal como um dos principais parâmetros na elaboração dos preços mínimos, no cálculo dos valores de garantia utilizados como referência para o Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), e como referência para os cálculos na obtenção de crédito por meio do Financiamento para Estocagem de Produtos Agropecuários (FEE), na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) e na Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

Fonte: Conab

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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