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Cuiabá tem linha direta de ônibus para atender Circuito Brasileiro de Vôlei

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Cuiabá está sediando a 5ª Etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, que termina neste domingo (20). O evento começou no dia 16 e contou com a parceria da Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), que disponibilizou linha especial para o transporte público até o Parque Novo Mato Grosso, onde acontecem as competições. Desde o início até o final da programação, a linha E01 opera exclusivamente para atender aqueles que queiram prestigiar e torcer pelas equipes.

No domingo, como já é de conhecimento, o ônibus coletivo em Cuiabá opera gratuitamente, inclusive a linha E01 para o Parque Novo Mato Grosso. Para valer a gratuidade, é necessário cartão de vale-transporte. Lembrando que a gratuidade não inclui a linha intermunicipal.

“Mais uma oportunidade de lazer sem custo para as pessoas que dependem do transporte público. Quem for assistir às competições de vôlei no Parque Novo Mato Grosso, é só ficar atento aos horários da linha especial E01, que sai do Shopping Pantanal, em horários específicos, e poderão curtir com toda a família, sendo gratuita a passagem”, frisou a vice-prefeita e secretária municipal de Mobilidade Urbana, coronel Vânia Rosa.

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No sábado (19), os horários de saída do Pantanal Shopping para o Parque Novo Mato serão às 8h, 10h, 12h, 16h, 18h e 19h50. Com retorno do local do evento às 8h40, 10h40, 12h40, 14h40, 16h40, 18h40 e 20h30.

“Às 21h, não terá mais ônibus nessa linha, o veículo é recolhido. E no domingo, às 8h, retoma o trajeto para atender o público que curte os jogos”, explicou o diretor de Transporte da Semob, Nicolau Jorge Budib.

No domingo (20), o transporte para essa linha exclusiva termina mais cedo, às 15h.

Portanto, quem vai ao campeonato tem disponíveis os mesmos horários dos dias anteriores, sendo 8h, 10h, 12h e 14h. E, para voltar, 8h40, 10h40, 12h40 e 14h30.

Ressalta-se que, como já é de costume, sempre que há evento no Parque Novo Mato Grosso, a Prefeitura de Cuiabá, através da Semob, disponibiliza linha especial para o atendimento. Para esta ocasião, está operando desde o dia 16 e vai até o domingo (20).

TRAJETO E01

A linha E01 sai do Shopping Pantanal, segue pela Avenida do CPA, entra no Jardim Vitória, acessa a Avenida José Estevão Torquato da Silva, saindo na Rodovia 251 (Rod. Emanuel Pinheiro) e vai para o Parque Novo Mato Grosso.

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#PraCegoVer

A imagem central exibe um ônibus do transporte coletivo no momento em que atravessa um semáforo na região central de Cuiabá. Na avenida é possível ver pessoas e carros. Ao fundo da imagem, estão algumas edificações comerciais, além de um prédio.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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