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Cuiabá reforça ações da causa animal durante abertura do Summit Animal

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A prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, e a diretora da Bem-Estar Animal, Morgana Thereza Ens, participaram da abertura do Primeiro Evento Nacional da Causa Animal, o Summit Animal, realizado no Teatro Zulmira Canavarros nesta sexta-feira (7). O evento, promovido pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso por meio do Grupo de Trabalho em Defesa da Causa Animal, teve como objetivo promover sensibilização, integração, estruturação e educação em prol da causa animal. Na ocasião, foram assinados um termo de cooperação internacional e moções de aplausos a diversas autoridades.

Com uma programação composta por painéis temáticos, rodas de conversa, palestras e mostra científica, o encontro reuniu especialistas, autoridades, líderes da causa animal, protetores, ONGs e representantes da sociedade civil de Mato Grosso e de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Paraná. O deputado federal Matheus Laiola destacou que Curitiba abriga o melhor hospital veterinário público do país e afirmou que espera voltar a Cuiabá para a inauguração do Hospital Veterinário do Estado, anunciado pelo deputado Max Russi.

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O deputado Max Russi ressaltou que o evento permite reunir autoridades e especialistas de todo o país para trocar experiências e fortalecer políticas voltadas à proteção animal. Ele afirmou que, apesar do trabalho realizado por voluntários, ONGs e associações, o poder público ainda avança lentamente e reafirmou seu compromisso como “deputado da causa animal”. Também reforçou o projeto de construção do Hospital Veterinário Público do Estado até meados de 2026.

A prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, destacou o trabalho que vem sendo desenvolvido pela diretoria de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Cuiabá, mencionando ações de castração, fiscalização de maus-tratos e melhorias estruturais. Ela afirmou que o apoio do Estado deve potencializar os resultados e fortalecer a política pública voltada aos animais.

A coronel também ressaltou que o prefeito Abilio Brunini, que cumpre agenda no exterior, tem se dedicado à pauta animal. Segundo ela, Morgana informou que o município realiza cerca de dez castrações por dia e que o número deve aumentar. A prefeita interina afirmou que, mesmo diante da alta demanda, o município não está parado e que a parceria com o Estado e com a Assembleia Legislativa deve ampliar os recursos e fortalecer as ações.

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A diretora Morgana e o secretário adjunto da Defesa Civil de Cuiabá, coronel Alessandro Borges Ferreira, receberam moções de aplausos durante a abertura do evento, que contou com representantes de diversas cidades de Mato Grosso e de outros estados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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