AGRONEGÓCIO

Cuiabá realiza ações do Julho Amarelo em diversas unidades de saúde

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá promove neste sábado (26) uma série de ações de conscientização e prevenção dentro da campanha Julho Amarelo, que visa combater as hepatites virais e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). As atividades ocorrem em período integral em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital e fazem parte do calendário nacional de enfrentamento à doença, que culmina no Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, em 28 de julho.

As ações nas unidades incluem palestras informativas nas salas de espera, intensificação de testagens rápidas, orientações sobre formas de prevenção e atendimentos em áreas mais distantes, além outras atividades integradas da rotina das UBS.

Confira as unidades participantes e suas programações:

USF Altos da Serra: palestra sobre hepatites virais e demais ISTs; intensificação da realização de testes rápidos; Dia D alusivo com atividades conjuntas da unidade.

USF Jardim Independência: palestra sobre hepatites virais e ISTs; Dia D alusivo com atividades complementares.

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USF Novo Terceiro: palestra informativa; intensificação de testagens rápidas durante o mês; Dia D com atividades diversas.

ESF Jardim Fortaleza e USF Santa Laura: intensificação de testes rápidos ao longo do mês; Dia D com atividades conjuntas.

USF Tijucal: Dia D com ações integradas.

USF Rio dos Peixes: palestra educativa; Dia D com outras atividades; elaboração de estratégias para atendimento em territórios mais distantes da unidade.

A secretária de Saúde de Cuiabá, Dra. Lucia Helena Barboza Sampaio, destaca a importância da mobilização. “As hepatites virais são doenças silenciosas, mas graves, que podem evoluir para complicações como cirrose e câncer de fígado. Por isso, reforçar as ações de prevenção, diagnóstico precoce e orientação à população é fundamental. A campanha Julho Amarelo é uma grande oportunidade de chamar a atenção para esse tema e salvar vidas com informação e cuidado.”

Objetivos da campanha:

Conscientizar a população sobre os tipos de hepatites virais, formas de transmissão, prevenção e tratamento; incentivar a prevenção por meio da vacinação contra hepatite B, uso de preservativos e melhorias nas condições de higiene e saneamento básico; estimular o diagnóstico precoce, especialmente entre os grupos de risco; divulgar a oferta de tratamento gratuito, disponível no SUS, que pode evitar complicações graves da doença.

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As hepatites virais, especialmente os tipos B e C, muitas vezes não apresentam sintomas nas fases iniciais, o que torna o diagnóstico precoce essencial para o sucesso do tratamento. Atualmente, a rede municipal de saúde de Cuiabá acompanha 120 pacientes em tratamento, sendo 56 homens e 64 mulheres.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que todas as ações são gratuitas e abertas à população. Quem tiver interesse pode procurar a unidade de saúde mais próxima para obter informações sobre testagens, vacinação e cuidados preventivos.

#PraCegoVer

A imagem mostra as mãos de uma pessoa segurando uma faixa amarela, em alusão à campanha Julho Amarelo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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