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Cuiabá passa por teste de alertas da Defesa Civil sobre situações de risco

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A Defesa Civil Municipal de Cuiabá, em parceria com as Defesas Civis Estadual e Nacional e com apoio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), realizará no próximo sábado (27), às 14h, um evento-teste do sistema “Defesa Civil Alerta”. A ferramenta permitirá o envio de mensagens diretamente para celulares de moradores em áreas de risco, com avisos sobre chuvas intensas, alagamentos, enxurradas e outras situações de emergência.

Durante o teste, os telefones compatíveis irão emitir sons, vibração e toques automáticos, simulando um aviso real. O objetivo é orientar e tranquilizar a população, demonstrando como o sistema funcionará em casos de risco iminente. De acordo com o secretário-adjunto especial de Defesa Civil de Cuiabá, coronel BM Alessandro Borges Ferreira, a iniciativa representa um avanço importante para a segurança da cidade. “É um evento-teste, não há motivo para pânico. Queremos apenas demonstrar à população que, em situações de emergência, receberão avisos antecipados para agir com segurança, seja protegendo seus bens ou deixando o local de risco”, destacou.

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A mensagem enviada será: “Defesa Civil: DEMONSTRAÇÃO do novo sistema de alerta de emergência de Mato Grosso. Mais informações, consulte o site Defesa Civil Alerta”. O disparo contemplará Cuiabá, Rondonópolis, Tangará da Serra e Rio Branco, mas poderá ser recebido também por moradores de cidades próximas, de acordo com a cobertura das operadoras. Todos os aparelhos conectados às redes 4G ou 5G, com sistema operacional Android a partir da versão 11 e iOS 17, receberão o aviso, sem necessidade de cadastro prévio. O alerta aparece na tela do celular sobreposto a outros aplicativos e vem acompanhado de sinal sonoro.

O sistema possui dois tipos de alerta: o extremo, considerado o mais crítico, é acompanhado de um som semelhante ao de uma sirene e indica urgência imediata, exigindo que a população adote medidas de proteção naquele exato momento; e o severo, que emite um sinal semelhante ao de recebimento de SMS, apontando urgência não imediata e dando mais tempo para a população se proteger. O teste em Mato Grosso utilizará o alerta extremo.

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Em Cuiabá, a Defesa Civil Municipal atua de forma integrada com o Corpo de Bombeiros, responsável pelo atendimento emergencial por meio do telefone 193, e com a Secretaria de Assistência Social, que coordena o acolhimento às famílias atingidas por desastres. Segundo o coronel Alessandro Borges, a adoção do sistema é estratégica para reduzir impactos e salvar vidas. “Esse sistema dá às pessoas a chance de agir antes do pior acontecer. É informação antecipada, que pode evitar tragédias e reduzir danos em situações de desastre”, afirmou.

Além do novo sistema, a população pode se cadastrar para receber alertas por SMS, enviando o CEP de interesse para o número 40199, ou pelo WhatsApp, enviando o CEP para o número (61) 2034-4611 e informações nas redes sociais: https://www.instagram.com/defesa_civil_cuiabamt/.

#PraCegoVer

Imagem ilustrativa mostra uma pessoa segurando um celular exibindo uma mensagem de alerta.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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