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Cuiabá intensifica ações de combate às hepatites virais

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), inicia nesta semana a campanha Julho Amarelo 2025, voltada à conscientização, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento das hepatites virais. A iniciativa segue o calendário nacional de combate à doença e marca o mês como um período de mobilização intensa, culminando no Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, em 28 de julho.

Em Cuiabá, diversas unidades de saúde promoverão ações educativas e de testagem rápida ao longo do mês. Atualmente, 120 pacientes estão em tratamento de hepatites virais na rede municipal de saúde, sendo 56 homens e 64 mulheres.

“As hepatites virais são doenças silenciosas, mas graves, que podem evoluir para complicações como cirrose e câncer de fígado. Por isso, reforçar as ações de prevenção, diagnóstico precoce e orientação à população é fundamental. A campanha Julho Amarelo é uma grande oportunidade de chamar a atenção para esse tema e salvar vidas com informação e cuidado”, destacou a secretária de Saúde de Cuiabá, Dra Lucia Helena Barboza Sampaio.

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Objetivos da campanha:
• Conscientizar a população sobre os tipos de hepatites virais, formas de transmissão, prevenção e tratamento.
• Incentivar a prevenção, por meio da vacinação contra hepatite B, uso de preservativos e melhorias nas condições de higiene e saneamento.
• Estimular o diagnóstico precoce, especialmente entre os grupos de risco.
• Divulgar a oferta de tratamento gratuito, disponível no SUS, que evita complicações graves da doença.

Cronograma de ações
As atividades da campanha incluem testagens rápidas, vacinação, distribuição de materiais informativos e palestras. Confira as principais ações previstas:
05 de julho
• Conscientização sobre hepatites virais e prevenção do câncer de cabeça e pescoço – USF Novo Paraíso 2
• Ação Julho Amarelo – USFs Tijucal, Planalto, Pedra 90 (1 e 2), Santa Amália/Jardim Araçá, CPA 4
• Arraiá da Saúde – Extra Muro Barreiro Branco
12 de julho
• Ação Julho Amarelo – USFs Novo Paraíso 1, Santa Terezinha, Terra Nova/Canjica, Nova Esperança, Ilza Pícolle, João Bosco Pinheiro, Residencial Coxipó 3, Parque Ohara, Parque Cuiabá, Jardim Industriário, e ação de saúde na USF Coxipó do Ouro

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Importância da campanha
As hepatites virais, especialmente os tipos B e C, muitas vezes não apresentam sintomas nas fases iniciais, o que torna o diagnóstico precoce essencial para o sucesso do tratamento. Segundo a Secretaria de Saúde, a campanha “Julho Amarelo” cumpre papel vital na redução da incidência e mortalidade por hepatites virais, além de melhorar o acesso à informação e aos serviços de saúde.

A SMS reforça que todas as ações são gratuitas e abertas à população. Interessados podem procurar a unidade de saúde mais próxima para mais informações sobre testagens, vacinação e orientações.

#PraCegoVer

A imagem mostra um profissional de saúde utilizando luvas descartáveis enquanto realiza um teste rápido de hepatites virais em uma paciente, cuja mão é a única parte visível na foto.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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União Europeia amplia restrições e volta a afetar exportações da piscicultura brasileira

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A nova decisão da União Europeia de suspender importações de proteína animal do Brasil voltou a acender o alerta na cadeia da piscicultura nacional. A medida, relacionada ao controle do uso de antimicrobianos na pecuária, preocupa o setor aquícola, que afirma não ter ligação com as não conformidades apontadas pelas autoridades europeias.

A manifestação foi feita pela PEIXE BR, que demonstrou preocupação com os impactos indiretos da atualização da lista de países autorizados a exportar proteína animal ao bloco europeu. O novo posicionamento da União Europeia foi divulgado na terça-feira (12) e amplia as restrições às exportações brasileiras.

Piscicultura brasileira volta a ser afetada por barreiras sanitárias

Segundo a PEIXE BR, esta não é a primeira vez que a piscicultura sofre consequências de medidas relacionadas a outros segmentos da proteína animal brasileira.

Desde 2018, o pescado nacional enfrenta limitações para acessar o mercado europeu após problemas identificados em embarcações da pesca extrativa. Embora a aquicultura não estivesse envolvida nas irregularidades apontadas na época, o segmento acabou incluído nas restrições impostas pelo bloco europeu.

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O setor vinha acompanhando com expectativa a possibilidade de retomada das exportações. No início deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura informaram sobre a previsão de uma missão técnica da União Europeia ao Brasil em junho, considerada estratégica para reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro.

Com a nova suspensão, porém, a perspectiva de retomada volta a ficar comprometida.

“A aquicultura brasileira segue penalizada por problemas que não pertencem ao setor. Esperamos que o MAPA, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, atue para reverter a perda de um mercado tão importante para as proteínas animais do Brasil”, destacou a PEIXE BR em nota.

Setor vê avanço de barreiras comerciais disfarçadas de exigências sanitárias

A entidade também avalia que a decisão europeia reforça um cenário internacional de maior protecionismo comercial. Segundo a associação, barreiras sanitárias e regulatórias vêm sendo utilizadas como instrumentos de defesa de mercado, especialmente em um momento de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

Para a piscicultura brasileira, o impacto vai além das exportações imediatas e afeta diretamente a competitividade internacional do setor.

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A PEIXE BR ressalta que a produção aquícola nacional segue padrões internacionais de controle sanitário, rastreabilidade e segurança alimentar, mantendo protocolos alinhados às exigências de mercados externos.

Exportações de pescado seguem estratégicas para expansão do setor

Mesmo diante das restrições, a piscicultura brasileira continua apostando na ampliação das exportações como uma das principais estratégias de crescimento da atividade.

Nos últimos anos, o setor vem investindo em tecnologia, manejo sanitário e profissionalização da cadeia produtiva para fortalecer a presença do pescado brasileiro em mercados internacionais de maior valor agregado.

A avaliação do segmento é que a reabertura do mercado europeu seria fundamental para ampliar oportunidades comerciais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem da aquicultura brasileira no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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