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“Cuiabá avança e está planejada para atender as crianças especiais”, afirma professora

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A coordenadora de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação (SME), professora Neuraides Ribeiro, avalia que a Prefeitura de Cuiabá, sob a gestão do prefeito Abilio Brunini, está planejada e preparada para avançar nos indicadores de qualidade aos alunos neurodivergentes.

“A política de educação especial inclusiva em Cuiabá está avançando na forma de aprendizagem. Sabemos a importância do profissional de apoio para garantir as crianças neurodivergentes o acesso aos espaços nas escolas. A partir do trabalho dos professores lotados nas salas de recursos multifuncionais, oferecemos suporte aos professores da sala regular. Trabalhamos de forma articulada para garantir uma rotina de qualidade ao desenvolvimento das nossas crianças”, explica.

Diante deste contexto, a professora Neuraides Ribeiro avalia que a Semana Pedagógica – Trilhando conhecimentos, competências e conexões com a tecnologia, evento realizado para trabalhar a formação, planejamento e alinhamento das ações educacionais e que durará até sexta-feira (30), assume papel de relevância para integrar professores, técnicos e expandir conhecimento as CADs (Cuidadoras de Alunos com Deficiências).

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“É um momento de integração para que todos entendam a dinâmica da rede escolar. Vamos trabalhar com professores, técnicos e equipe gestoras. Quando a Prefeitura de Cuiabá investe na inclusão, patrocina um grande entendimento para a sociedade de modo geral em relação à qualidade da aprendizagem aqui ofertada para nossas crianças com transtornos de desenvolvimento”, conclui.

Qualidade do debate

Para abordar o tema “Autismo”, o primeiro dia da Semana Pedagógica contou com a palestra do doutor em Psicologia pela Universidade do Quebec, Thiago Lopes, graduado em Controle Ambiental pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP).

Também foi discutida políticas para o ano letivo e currículo, processos formativos dos gestores e profissionais da educação; estudantes estrangeiros; temas transversais; atualizações da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Para conferir a íntegra da programação, clique AQUI.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Expansão de área e liderança na exportação sustentam safra de 770 mil toneladas de banana

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A produção catarinense de banana deve atingir 770 mil toneladas no ciclo 2025/2026, consolidando o Estado na liderança das exportações nacionais da fruta. O resultado representa um crescimento de 0,3% em comparação com o ciclo anterior, impulsionado por um avanço de 3,2% na área cultivada. Por outro lado, a produtividade média na lavoura aponta uma retração de 1,9%, estimada em 26.490 quilos por hectare. O desempenho da safra atua como indutor econômico no Norte do Estado e no Vale do Itajaí, regiões que concentram 84,7% do volume total colhido.

A dinâmica do mercado local permanece dividida entre o volume produtivo e o valor agregado da fruta na ponta da venda. A banana-caturra, conhecida como nanica, mantém o predomínio absoluto nos plantios, ocupando 72,6% da área e respondendo por 82,4% da colheita estimada. A variedade prata, embora represente uma fatia menor — 27,4% da área e 17,6% do volume —, ganha relevância pelo preço superior pago ao produtor no mercado físico. No recorte regional, o Sul de Santa Catarina apresenta menor eficiência técnica se comparado ao Norte: a região detém 24,4% da área destinada à cultura, mas participa com apenas 15,3% do volume final.

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No front externo, Santa Catarina responde por cerca de metade de toda a banana exportada pelo Brasil, tendo como principais destinos os parceiros comerciais do Mercosul, especialmente a Argentina e o Uruguai. Internamente, o município de Corupá lidera a engrenagem econômica do setor no Norte catarinense, ocupando o posto de terceiro maior produtor nacional.

Com um volume de 153,1 mil toneladas registrado no balanço de 2024, a atividade movimenta R$ 324 milhões anuais na economia local. O município partilha, junto com Jaraguá do Sul, Schroeder e São Bento do Sul, o selo de Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem, certificado que atesta o amadurecimento mais lento e o maior teor de açúcar natural da fruta devido às condições climáticas de relevo da região.

O resultado projetado para a safra atual ocorre após períodos de estresse nos pomares causados por eventos climáticos extremos nos últimos anos, como ciclones, ventos de grande intensidade e geadas recorrentes. A estabilização das lavouras foi garantida pela introdução de manejo especializado e ferramentas de monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

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O suporte técnico foca no controle fitossanitário da sigatoca-amarela, principal doença fúngica que atinge os bananais, e na previsão de perdas. A perspectiva para o encerramento do ciclo aponta para a manutenção da qualidade comercial da fruta diante de um clima mais ameno, sustentando o fluxo de caixa das pequenas propriedades rurais que formam a base social da atividade no campo.

Fonte: Pensar Agro

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