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Cresol Lidera Operações no BNDES em 2024 e Celebra 25 Anos de Parceria

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A Cresol, cooperativa de crédito com uma base de mais de 972 mil cooperados, consolidou-se como líder no número de operações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2024. Ao longo do ano, foram firmados 117.715 contratos, totalizando R$ 7,6 bilhões em repasses. Esse expressivo volume de transações colocou a Cresol como o principal agente financeiro nas operações com o BNDES.

Em 2024, a parceria entre a Cresol e o BNDES completou 25 anos, uma jornada que começou em 1999, quando um grupo de agricultores e fundadores da cooperativa levou ao banco os desafios enfrentados pelo setor no acesso ao crédito. Desde então, a parceria já resultou em mais de 1 milhão de contratos e R$ 33,5 bilhões em recursos liberados para cooperados em todo o Brasil.

Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação, expressou seu entusiasmo com os números alcançados: “Celebrar mais um ano como o agente com maior número de operações é a comprovação da importância desses 25 anos de colaboração. Com o passar do tempo, consolidamos e aprimoramos essa parceria, o que nos permitiu ampliar e facilitar cada vez mais o acesso ao crédito”, afirmou.

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A Cresol se destaca, especialmente, nas operações do Pronaf Custeio, e também tem sido uma referência no repasse de recursos para micro, pequenas e médias empresas (MPME). Dessa maneira, a cooperativa desempenha um papel fundamental ao conectar produtores rurais e empreendedores com a força do BNDES, promovendo o desenvolvimento sustentável e gerando renda e confiança em diversas regiões do país.

A importância dessa parceria é bem expressa por Idione Nilo Jordão, cooperado de Manhumirim (MG), que, ao inovar investindo na piscicultura em uma região tradicionalmente voltada para o cultivo de café, ressaltou: “Sem o recurso que eles repassam, não tem como trabalhar, porque nós só conseguimos colocar comida na mesa hoje através de um empurrão, e esse empurrão hoje são os dois, o BNDES e a Cresol.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz enfrenta travamento nas negociações e pressão nos preços em maio

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O mercado brasileiro de arroz encerrou o mês de maio em um ambiente de forte defensividade, marcado por baixa liquidez, negociações lentas e dificuldade crescente na formação de preços ao longo de toda a cadeia produtiva. O cenário reflete a perda de sintonia entre produtores, indústrias beneficiadoras e varejo, ampliando a fragilidade comercial do setor.

De acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, o fluxo de comercialização segue limitado no mercado físico, com negócios acontecendo de forma pontual e sem presença significativa de compradores. As referências permanecem abaixo de R$ 60 por saca de 50 quilos FOB Rio Grande do Sul, principal estado produtor do país.

Em Santa Catarina, as indicações de preços variam predominantemente entre R$ 52 e R$ 56 por saca, reforçando o movimento de pressão observado no Sul do Brasil.

Segundo o analista e consultor Evandro Oliveira, o mercado atravessa um momento de fragmentação entre os diferentes segmentos da cadeia. Enquanto os produtores tentam evitar novas reduções diante das margens apertadas, a indústria mantém postura cautelosa nas aquisições e o varejo segue pressionando os preços de reposição.

“O setor vive um cenário de travamento operacional, com baixa previsibilidade comercial e dificuldade de alinhamento entre produção, beneficiamento e supermercados”, aponta o consultor.

Produto beneficiado se torna gargalo nas negociações

O arroz beneficiado voltou a ganhar destaque como um dos principais pontos de dificuldade do mercado neste momento. A desaceleração nas vendas no varejo tem reduzido o ritmo das compras por parte das grandes redes supermercadistas, afetando diretamente o escoamento do produto industrializado.

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Segundo agentes do setor, o consumo mais retraído e a maior seletividade dos consumidores têm limitado o giro nas gôndolas em diversas regiões do país. Com isso, os supermercados seguem reduzindo volumes de compra e pressionando ainda mais os preços negociados com a indústria.

Cenário internacional traz sinais mais positivos

Apesar das dificuldades no mercado doméstico, o setor começa a observar fatores externos que podem contribuir para uma melhora gradual do ambiente comercial nos próximos meses.

Entre os elementos considerados mais favoráveis estão as dificuldades competitivas enfrentadas pelos Estados Unidos, a recente valorização dos preços do arroz na Ásia e os riscos climáticos globais que podem impactar a oferta mundial do cereal.

Esses fatores vêm sendo monitorados pelo mercado como possíveis sustentadores de preços no médio prazo, especialmente caso ocorram ajustes na oferta internacional.

Preço do arroz acumula forte queda em 2025

No fechamento do dia 28 de maio, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul — produto com 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista — foi cotada a R$ 59,49.

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O valor representa recuo de 0,13% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, a desvalorização chega a 6,61%. Já frente ao mesmo período de 2025, a queda acumulada atinge 18,87%, refletindo o momento de fragilidade vivido pelo mercado arrozeiro brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

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