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Cresol: Antecipação de Crédito e Preparativos para o Plano Safra

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O acesso facilitado ao crédito tem sido um impulsionador para o crescimento dos cooperados da Cresol. Com a proximidade da nova safra agrícola, muitos produtores rurais têm buscado a cooperativa para garantir o pré-custeio antes do lançamento do Plano Safra 2024/2025.

A Cresol estima encerrar o ano safra 2023/2024 com cerca de R$ 11 bilhões liberados para os produtores, e projeta alcançar a marca de R$ 15 bilhões no próximo Plano Safra. Desse montante, aproximadamente R$ 10 bilhões serão direcionados para custeio.

Impacto positivo para os agricultores

Vanderson Luiz Limas, produtor rural em Santa Tereza do Oeste, Paraná, destaca como a antecipação de recursos tem sido benéfica para os agricultores, permitindo melhores condições e planejamento para a produção. Ele ressalta que essa segurança financeira proporciona um ambiente mais favorável para enfrentar as oscilações nos preços dos insumos.

Na mesma linha, Jonas Nunes, morador da área rural de Cascavel (PR), realça a importância da Cresol no desenvolvimento de sua propriedade ao longo dos anos. Ele enfatiza como a cooperativa tem sido essencial no suporte ao custeio e em investimentos em equipamentos agrícolas, contribuindo significativamente para o crescimento da propriedade.

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Experiência consolidada

Jair Francisco Nunes, pai de Jonas, é cooperado da Cresol desde 1997 e destaca o papel fundamental da cooperativa no desenvolvimento de sua propriedade leiteira. Ele testemunhou a modernização e ampliação da sua produção ao longo dos anos, graças ao acesso ao crédito oferecido pela Cresol.

Preparativos para o futuro

A expectativa para o próximo Plano Safra é positiva, e a Cresol está preparada para atender às demandas dos produtores rurais. Tamires Bif, assessora de Negócios da Cresol Progresso, destaca a atenção da cooperativa às necessidades do mercado e o compromisso em oferecer um atendimento personalizado aos cooperados.

Rafael Junges, diretor superintendente da Cresol Progresso, reforça o compromisso da cooperativa em realizar operações eficientes e ágeis. Ele destaca a prontidão da Cresol em realizar operações com rapidez e eficácia, visando garantir o suporte necessário aos produtores rurais durante o período de preparação para a nova safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia no campo permite ao produtor reduzir impactos do clima e aumentar a previsibilidade da produção agrícola

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A agricultura brasileira vive um cenário de contrastes. Ao mesmo tempo em que registra recordes de produção e reforça sua importância econômica, o setor enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade climática, custos elevados e à necessidade constante de ganho de produtividade.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o país atingiu uma safra histórica de 346,1 milhões de toneladas em 2025. No entanto, as projeções para 2026 indicam leve retração, influenciada principalmente por condições climáticas adversas e margens mais pressionadas no campo. O contexto reforça uma mudança estrutural no setor: o aumento da produção depende cada vez mais de eficiência, e não apenas de expansão de área.

Produção agrícola no Espírito Santo e Minas Gerais enfrenta desafios climáticos

Esse movimento já é perceptível em polos produtivos estratégicos do país. Na Região Serrana do Espírito Santo, culturas como hortifrúti e gengibre ganham relevância econômica, mas enfrentam desafios ligados à retenção de água no solo e à manutenção do vigor das plantas em períodos de estresse hídrico.

O gengibre, inclusive, se destaca como uma das culturas relevantes da agricultura capixaba, integrando uma cadeia produtiva em expansão no estado.

Já no Alto Paranaíba, em Minas Gerais, a cafeicultura segue como principal atividade. A produção nacional de café deve alcançar cerca de 66,2 milhões de sacas em 2026, um crescimento de 17,1%, impulsionado por condições climáticas mais favoráveis e pela adoção de tecnologias no campo. Ainda assim, o desempenho da cultura permanece altamente dependente da regularidade das chuvas e de um manejo eficiente ao longo do ciclo produtivo.

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Tecnologias agrícolas ampliam eficiência no uso da água e no desenvolvimento das plantas

Diante desse cenário, tecnologias voltadas à gestão hídrica e ao desenvolvimento fisiológico das plantas têm ganhado espaço no campo. Soluções como géis agrícolas e compostos naturais vêm sendo utilizadas para melhorar a disponibilidade de água no solo, reduzir perdas e aumentar o aproveitamento de insumos.

Na prática, produtos como o HyB Plus atuam na retenção e liberação gradual de água na zona radicular, favorecendo o desenvolvimento inicial das culturas e reduzindo os impactos de períodos de estiagem. Já soluções aplicadas à irrigação, como a linha HB 10, têm como foco aumentar a eficiência da água aplicada, reduzindo perdas por percolação e melhorando sua distribuição no solo.

Além disso, produtos naturais como Hapan e Valko atuam no estímulo fisiológico das plantas, contribuindo para maior equilíbrio e melhor resposta produtiva ao longo do ciclo.

Tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser estratégia de produção

Segundo o gerente comercial da Hydroplan-EB, Francisco Carvalho, empresa referência na aplicação de gel na agricultura e no uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, o avanço dessas tecnologias reflete uma mudança na forma como o produtor rural gerencia a lavoura.

“O produtor rural hoje precisa produzir mais com menos margem para erro. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser parte da estratégia. Quando falamos de água e desenvolvimento de planta, estamos falando diretamente de produtividade e previsibilidade de resultado”, afirma.

Agricultura mais técnica busca estabilidade e eficiência produtiva

No campo, essa transformação já é perceptível. O foco do produtor deixa de estar apenas no volume produzido e passa a incluir fatores como estabilidade de resultados, qualidade da produção e melhor uso dos recursos disponíveis.

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Em um ambiente cada vez mais técnico e exigente, a capacidade de adaptar o manejo às condições climáticas e do solo pode ser determinante não apenas para o aumento da produtividade, mas também para a viabilidade econômica da atividade.

A tendência indica que essa mudança não é pontual, mas estrutural, consolidando um novo modelo de gestão agrícola baseado em eficiência e previsibilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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