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Crescimento dos condomínios equestres no mercado imobiliário

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A busca por qualidade de vida e por uma maior conexão com a natureza tem impulsionado o crescimento de condomínios de alto padrão voltados para práticas esportivas ao ar livre. No Brasil, um nicho que tem ganhado destaque é o dos empreendimentos dedicados a atividades equestres, que combinam moradias sofisticadas com a cultura dos haras. Um exemplo disso é o Haras do Passo, um condomínio que será inaugurado no distrito de Acuruí, em Itabirito, na região Central de Minas Gerais, a cerca de uma hora de Belo Horizonte.

O projeto é fruto de uma parceria entre o Grupo Katz, especializado em empreendimentos imobiliários de luxo, e o Haras MTostes, uma referência nacional na criação da raça Mangalarga Marchador. O condomínio será composto por 191 lotes residenciais, com tamanhos variando de 800 a 3.000 m², além de nove glebas rurais. A proposta é oferecer aos moradores a possibilidade de viver em harmonia com o campo, sem abrir mão do conforto e da sofisticação.

Mercado em ascensão

Nos últimos anos, o Brasil tem visto um aumento na demanda por empreendimentos voltados para atividades equestres, especialmente entre aqueles que buscam um estilo de vida que combine lazer, esportes e proximidade com a natureza. Segundo dados da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), o Brasil possui a maior tropa registrada da raça no mundo, com mais de 700 mil animais cadastrados. Esse mercado movimenta bilhões de reais anualmente, impactando diretamente o setor imobiliário, com o surgimento de novos condomínios que oferecem infraestrutura exclusiva para criadores e amantes de cavalos.

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O Haras do Passo se insere nesse contexto, oferecendo aos seus moradores acesso direto à infraestrutura do Haras MTostes, que conta com pistas de treinamento, baias automatizadas e serviços pay-per-use para quem deseja manter ou criar cavalos dentro do condomínio.

Infraestrutura de lazer e esporte

Além de sua estrutura equestre, o condomínio será equipado com uma completa infraestrutura voltada para o lazer e o esporte. Os moradores poderão usufruir de um campo de futebol society, quadras de beach tennis, trilhas para caminhada e mountain bike, além de uma área náutica. A área social contará com um espaço gourmet integrado à piscina, com vista para a lagoa e para a Serra do Gandarela.

“O nosso objetivo é criar um ambiente que proporcione um equilíbrio entre sofisticação e qualidade de vida no campo. O Haras do Passo reflete exatamente essa proposta, unindo a tradição equestre com o conforto e a exclusividade que o público de alto padrão busca”, destaca Daniel Katz, CEO do Grupo Katz.

Um dos diferenciais do empreendimento é a pavimentação 100% das vias e a possibilidade de acesso de helicóptero, características que aumentam a praticidade e exclusividade do projeto.

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Tendência em ascensão

O mercado de condomínios rurais de alto padrão se consolidou como uma alternativa atrativa para aqueles que buscam morar ou ter uma segunda residência em maior contato com a natureza, especialmente após a pandemia. Especialistas acreditam que a valorização de empreendimentos voltados para o estilo de vida equestre continuará a crescer nos próximos anos, impulsionada pela cultura do cavalo no Brasil e pelo crescente interesse de investidores no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de biodiesel cresce em Mato Grosso e estado já responde por 26% do volume nacional

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Mato Grosso lidera expansão do biodiesel no Brasil

A produção de biodiesel em Mato Grosso registrou forte crescimento em março e consolidou o estado como principal polo do biocombustível no país. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados nesta semana, o estado foi responsável por 26% de toda a produção nacional no período.

As usinas mato-grossenses produziram 228,36 mil metros cúbicos (m³) de biodiesel, dentro de um volume nacional de 893,60 mil m³, configurando o maior patamar da série histórica estadual. O resultado representa um avanço de 16,90% em relação a fevereiro.

Mistura obrigatória de biodiesel sustenta demanda

O crescimento da produção está diretamente ligado ao aumento da demanda interna, impulsionada pela política energética nacional. Desde agosto do ano passado, o Brasil adota a mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15).

De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado Agro do Imea, Rodrigo Silva, esse fator tem sido determinante para o avanço da indústria no estado.

“A elevação da mistura obrigatória e a demanda mais aquecida pelo biodiesel contribuíram para esse aumento na produção”, afirma o especialista.

Segundo ele, o movimento reflete a adaptação das usinas à nova dinâmica de consumo de combustíveis no país, sustentando o crescimento recente do setor.

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Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O boletim também aponta que o óleo de soja continua sendo o principal insumo utilizado na produção de biodiesel em Mato Grosso, com participação de 84% no total, apesar de leve recuo em relação ao mês anterior.

O protagonismo do insumo reforça a forte integração entre as cadeias de grãos e biocombustíveis, especialmente em um estado que lidera a produção nacional de soja.

Imea revisa projeções para algodão, milho e pecuária

Além do biodiesel, o relatório do Imea trouxe atualizações importantes para outras cadeias do agronegócio em Mato Grosso.

Algodão tem ajuste na área, mas mantém produção robusta

A área plantada de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para 1,38 milhão de hectares, indicando leve redução frente à estimativa anterior. Em contrapartida, a produtividade foi ajustada para 297,69 arrobas por hectare.

Com isso, a produção total está projetada em 6,14 milhões de toneladas de algodão em caroço, mantendo o estado como líder nacional na cultura.

Milho tem produtividade revisada para cima

No caso do milho, o Imea manteve a área da safra 2025/26 em 7,39 milhões de hectares, mas revisou a produtividade para 118,78 sacas por hectare.

A nova estimativa elevou a produção para 52,66 milhões de toneladas, refletindo condições climáticas favoráveis em parte das lavouras, impulsionadas pelo bom regime de chuvas.

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Boi gordo sobe com oferta restrita

No mercado pecuário, o preço do boi gordo apresentou alta em abril. A arroba em Mato Grosso atingiu média de R$ 350,11, sustentada pela oferta reduzida de animais para abate.

O cenário contribuiu para a diminuição do diferencial de preços em relação a São Paulo, onde a média foi de R$ 367,57 por arroba.

Suínos recuam com menor demanda interna

Em contraste, o mercado de suínos registrou queda nas cotações. O preço pago ao produtor mato-grossense ficou em R$ 5,96 por quilo em abril, pressionado pela redução da demanda doméstica.

Segundo o Imea, o enfraquecimento do consumo elevou a oferta de animais e carne no mercado, impactando negativamente os preços.

Cenário reforça protagonismo do agro mato-grossense

Os dados mais recentes confirmam o papel estratégico de Mato Grosso no agronegócio brasileiro, tanto na produção de biocombustíveis quanto nas cadeias de grãos e proteínas animais.

Com a demanda por energia renovável em alta e condições favoráveis no campo, o estado segue ampliando sua participação nos mercados nacional e internacional, consolidando-se como um dos principais motores do agro no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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