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Crescimento do Seguro Penhor Rural: Uma Garantia para a Saúde Financeira dos Produtores

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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em colaboração com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), anunciou que o Seguro Penhor Rural arrecadou cerca de R$ 1,6 bilhão no primeiro semestre de 2024, evidenciando um crescimento notável de 14,3% em comparação ao ano anterior. Essa modalidade de seguro é essencial, pois protege os bens oferecidos como garantia em empréstimos ou financiamentos rurais, proporcionando uma camada adicional de segurança aos produtores em tempos de incerteza econômica.

Durante o mesmo período, os desembolsos em indenizações aos produtores atingiram R$ 477,6 milhões, representando um aumento de 8,4%. Esses dados sublinham a relevância do seguro na mitigação dos riscos financeiros que os agricultores enfrentam, especialmente em um contexto onde a produção rural é frequentemente impactada por variáveis climáticas e flutuações de mercado.

Conforme informações da CNseg, o setor apresentou um crescimento impressionante ao longo dos últimos cinco anos, com um aumento de 107,1% na arrecadação e de 75,7% nas indenizações. Em 2020, os valores eram de R$ 1,4 bilhão em arrecadação e R$ 503,6 milhões em indenizações, subindo para R$ 2,9 bilhões e R$ 884,9 milhões em 2023. Esse crescimento expressivo não apenas evidencia a importância do seguro, mas também reflete a crescente conscientização dos produtores sobre a necessidade de se proteger contra imprevistos.

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Adriana Ferreira, cofundadora da Sonhagro, uma rede de franquias especializada em soluções de crédito rural, enfatiza a importância desse tipo de seguro para a segurança financeira dos agricultores. “O Seguro Penhor Rural é fundamental para os produtores, pois garante acesso ao crédito e oferece uma rede de proteção em momentos de crise”, afirmou.

Com o aumento na arrecadação e a crescente adoção do Seguro Penhor Rural, os produtores podem concentrar seus esforços no que realmente importa: o crescimento e a sustentabilidade de suas atividades.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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