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COOPERNORTE Inicia Produção de Derivados de Milho no Pará

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A COOPERNORTE, maior cooperativa agroindustrial da região Norte do Brasil, iniciou a produção de derivados de milho no estado do Pará. Entre os novos produtos estão flocão, cuscuz, canjica e fubá, que já estão disponíveis nos supermercados de 36 municípios paraenses. Este é o primeiro empreendimento industrial do tipo no estado, que figura entre os maiores consumidores de milho do Brasil.

“Desde maio deste ano, a agroindústria da COOPERNORTE tem se destacado na comercialização de arroz, feijão e milho de pipoca, obtendo resultados positivos. Agora, ampliamos nosso portfólio de produtos, consolidando um avanço importante para a cooperativa e para a economia da região Norte”, afirmou Bazílio Carloto, diretor-presidente da COOPERNORTE.

Até o final de 2024, a cooperativa estima produzir mais de 1.125 toneladas de flocão, fubá e cuscuz, e mais de 870 toneladas de canjica. A produção diária será de cerca de 11 toneladas para flocão, fubá e cuscuz, e 13 toneladas para canjica, considerando um turno de operação. Esses volumes refletem o sucesso da agroindústria da COOPERNORTE, que investiu mais de R$ 73 milhões para atender à crescente demanda regional.

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“Esses novos produtos reforçam o compromisso da COOPERNORTE em agregar valor à produção agrícola local e oferecer alimentos de qualidade para a população”, complementou Carloto. A produção será realizada com milho fornecido pelos cooperados e clientes da COOPERNORTE, consolidando o projeto de verticalização da cooperativa.

Além de atender à demanda crescente, a nova linha de produtos visa valorizar a alimentação regional, incorporando ingredientes típicos da culinária paraense. A estratégia de comercialização incluirá distribuição em supermercados, ações de marketing, promoções e degustações, com o objetivo de expandir o mercado para todo o estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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