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Contratos Futuros do Açúcar Registram Baixa no Brasil e no Exterior

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Na última sexta-feira (12), os contratos futuros do açúcar fecharam em queda nas bolsas internacionais, refletindo a preocupação com as condições climáticas desfavoráveis no Brasil, maior produtor mundial da commodity. O clima seco está acelerando a colheita, enquanto o desenvolvimento da cana soca permanece incerto.

Em Nova York, na ICE Futures, o açúcar bruto encerrou no vermelho em todos os lotes. O contrato para outubro de 2024 foi negociado a 19,20 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 23 pontos em comparação aos preços do dia anterior. O contrato para dezembro de 2024 caiu 21 pontos, sendo cotado a 19,62 centavos por libra-peso. Os demais lotes recuaram entre 10 e 18 pontos.

Londres

Na ICE Futures Europe de Londres, o açúcar branco também registrou desvalorização em todos os lotes na sexta-feira. O contrato para agosto de 2024 foi negociado a US$ 547,60 por tonelada, uma queda de US$ 5,80 em relação aos preços do dia anterior. O contrato para outubro de 2024 foi cotado a US$ 542,40 por tonelada, uma desvalorização de US$ 5. Os demais lotes recuaram entre US$ 2,30 e US$ 5,10.

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Mercado Doméstico

No mercado interno, a sexta-feira foi marcada por queda nas cotações do açúcar cristal, segundo o Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 132,05, frente aos R$ 132,98 de quinta-feira, representando uma queda de 0,70% no comparativo diário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de frango e ovos inicia julho com demanda mais fraca; carne de frango recua e setor acompanha comportamento do consumo

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O mercado brasileiro de proteínas avícolas iniciou julho em um cenário de cautela. Enquanto os preços da carne de frango encerraram junho em queda, refletindo o enfraquecimento da demanda na segunda quinzena do mês, o mercado de ovos registrou médias mensais superiores às de maio, apesar da perda de força nas cotações nos últimos dias de junho.

Levantamentos do Cepea mostram que ambos os segmentos passaram por mudanças no comportamento do consumo ao longo do mês, com o desaquecimento das vendas pressionando os preços e exigindo maior flexibilidade por parte dos agentes do mercado.

Carne de frango perde força no fim de junho

Após dois meses consecutivos de valorização, os preços médios da carne de frango recuaram em junho. O movimento foi provocado principalmente pela desaceleração das vendas na segunda metade do mês, período em que o consumo perdeu ritmo e reduziu o poder de negociação da indústria.

Segundo o Cepea, embora o volume comercializado tenha sido considerado satisfatório ao longo de junho, ficou abaixo do observado nos meses anteriores. Com a diminuição da procura, frigoríficos e distribuidores adotaram uma postura mais flexível nas negociações para manter a liquidez dos estoques e evitar o acúmulo de produtos.

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Apesar desse cenário, as perspectivas para o início de julho são mais positivas. O pagamento dos salários, tradicionalmente concentrado nos primeiros dias do mês, tende a estimular o consumo das famílias, favorecendo uma recuperação da demanda e oferecendo sustentação às cotações da carne de frango no mercado interno.

Mercado de ovos fecha junho com média positiva

No segmento de ovos, o comportamento foi diferente. Mesmo com a queda das cotações registrada durante a segunda quinzena de junho, os preços mais elevados praticados no início do mês garantiram médias mensais superiores às de maio na maior parte das regiões monitoradas pelo Cepea.

O resultado interrompe dois meses consecutivos de retração nas médias mensais, demonstrando que o mercado ainda conseguiu preservar parte da valorização acumulada no começo do período.

Entretanto, o setor iniciou julho em um ambiente menos favorável. Os preços seguem enfraquecidos, refletindo a redução da demanda típica desta época do ano.

Julho será decisivo para o comportamento das proteínas avícolas

Produtores e agentes da cadeia acompanham atentamente a evolução das vendas nas próximas semanas. Além do efeito positivo esperado com a entrada dos salários na economia, o mercado também monitora o impacto das férias escolares, período que tradicionalmente reduz parte do consumo doméstico de ovos e influencia o ritmo das negociações.

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Para o setor avícola, a combinação entre demanda, oferta e comportamento do consumidor será determinante para definir a trajetória dos preços ao longo de julho. Caso o consumo reaja conforme esperado nos primeiros dias do mês, a carne de frango poderá recuperar parte das perdas recentes. Já no mercado de ovos, a manutenção das cotações dependerá de uma retomada consistente das vendas, diante de um período sazonalmente mais desafiador para o consumo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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