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Contratos futuros de açúcar apresentam valorizações expressivas em Nova York e Londres

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Os contratos futuros do açúcar experimentaram consideráveis valorizações nesta segunda-feira (8), tanto nas bolsas de Nova York quanto em Londres, conforme relatos da agência de notícias britânica Reuters. Negociantes indicaram que o mercado estava gradualmente se recuperando após uma significativa queda no mês anterior.

Apesar das perspectivas otimistas relacionadas ao Brasil, persistem preocupações em relação às colheitas na Ásia, principalmente na Índia e na Tailândia.

Bolsas Internacionais

Em Nova York, na ICE Futures, todos os contratos encerraram com ganhos. O contrato para março de 2024 teve um aumento de 63 pontos, atingindo 21,74 centavos de dólar por libra-peso. Da mesma forma, o contrato para maio de 2024 registrou um acréscimo de 48 pontos, sendo negociado a 21,22 centavos de dólar por libra-peso.

Na ICE Europe, em Londres, a tendência foi semelhante. O contrato para março de 2024 registrou uma alta de 14,60 dólares, atingindo o valor de US$ 621,70. O contrato para maio de 2024 apresentou um aumento de 13,20 dólares, sendo negociado a US$ 609,10.

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Açúcar Cristal

O açúcar cristal encerrou em baixa no Indicador do Cepea/Esalq da USP, apresentando uma diminuição de 0,22% em relação ao dia anterior. A saca de 50 quilos foi transacionada por R$ 142,48.

Etanol Hidratado

Em relação ao etanol hidratado, foi notada uma leve diminuição, conforme evidenciado pelo Indicador Diário de Paulínia. As usinas negociaram o biocombustível a R$ 1.962,00/m³, refletindo uma redução de 0,46% em comparação com o dia anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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