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Contaminações em Áreas Rurais: Impactos na Saúde Animal e na Rentabilidade das Propriedades

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A produção animal enfrenta desafios constantes no que diz respeito à saúde dos animais e à manutenção das condições de higiene nas propriedades rurais. Segundo Thales Vechiato, médico-veterinário e gerente de produtos para grandes animais da Pearson Saúde Animal, muitas propriedades não possuem condições ideais, expondo os animais a riscos que podem comprometer a produtividade e a viabilidade econômica.

A higienização inadequada das instalações contribui para a proliferação de patógenos e parasitas, resultando em surtos de doenças como brucelose e tuberculose. Esses surtos não só prejudicam a saúde dos animais, mas também afetam a qualidade do leite e da carne, além de poderem levar a interdições sanitárias que interrompem as atividades comerciais, destaca Vechiato.

De acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as doenças infecciosas e parasitárias são desafios significativos na pecuária, gerando consideráveis prejuízos econômicos. Em casos severos, podem reduzir a produção de leite e carne em até 40%, impactando diretamente a rentabilidade das propriedades. Além disso, os custos com tratamentos e manejo emergencial elevam as despesas operacionais e comprometem a sustentabilidade das atividades.

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“Os impactos de surtos de doenças vão além das perdas imediatas de produção. Existe o risco de perda de animais e a interrupção das operações, resultando em consequências econômicas de longo prazo. A falta de medidas preventivas adequadas pode colocar em risco tanto a saúde dos animais quanto a renda das famílias envolvidas na agropecuária. Portanto, é crucial adotar estratégias eficazes de controle de doenças para assegurar a continuidade das operações e a saúde dos rebanhos”, afirma Vechiato.

Para auxiliar no manejo dessas questões, a Creolina, da Pearson Saúde Animal, tem se mostrado uma ferramenta eficaz com mais de 100 anos de utilização. Com propriedades bactericidas e fungicidas, sua aplicação em pisos, instalações e equipamentos nas propriedades reduz comprovadamente a carga de patógenos no ambiente, promovendo maior segurança sanitária e prevenindo prejuízos associados a surtos de doenças. “A Creolina é um desinfetante altamente confiável, que mantém sua eficácia ao longo das gerações”, conclui o médico-veterinário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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