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Oxiquímica destaca tecnologias inovadoras em proteção de plantas no Congresso Brasileiro de Soja 2025

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Oxiquímica reforça presença no X Congresso Brasileiro de Soja

Reconhecida nacionalmente por suas soluções em proteção e nutrição de plantas, a Oxiquímica Agrociência marca presença no X Congresso Brasileiro de Soja e Mercosoja 2025, que será realizado de 21 a 24 de julho no Expo Dom Pedro, em Campinas (SP). O evento celebra os 50 anos da Embrapa Soja e destaca tecnologias que sustentam a produção brasileira, uma das mais estratégicas no cenário global.

Fungicida PATRIOTA: alta seletividade e eficiência no controle de doenças

Entre os lançamentos, o fungicida PATRIOTA chama atenção por sua formulação líquida do tipo SC (Suspensão Concentrada), que combina Trifloxistrobina, Tebuconazol e o Oxicloreto de Cobre Oxiquímica.

Seu diferencial está na tecnologia HPF (High Performance in Fungicide), que assegura excelente homogeneidade e cobertura superior, além de alta seletividade proporcionada por tensoativos modernos. PATRIOTA é eficaz contra doenças como Ferrugem Asiática, Cercospora e Podridão de Grãos e Vagens, oferecendo performance agronômica avançada, praticidade na aplicação e segurança operacional.

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IPPON: solução estratégica para manejo de final de ciclo

O fungicida IPPON complementa o portfólio da Oxiquímica como uma opção eficaz para o manejo no final do ciclo da soja. Sua formulação em Suspoemulsão (SE) combina Ciproconazol com o legítimo Oxicloreto de Cobre Oxiquímica, garantindo ação sistêmica e multissítio.

Essa combinação proporciona um fechamento de lavoura mais seguro, eficiente no controle de doenças, reduzindo o risco de resistência e garantindo um excelente custo-benefício para o produtor.

MIRA: inovação em manejo integrado de pragas

Além dos fungicidas, a empresa apresenta o MIRA, um inseticida multissítio que traz inovação para o manejo de pragas. Desenvolvido com foco em segurança, seletividade e responsabilidade ambiental, o produto é compatível com diversos inseticidas, requer baixa dosagem e possui shelf life de até 3 anos.

Segundo Augusto Júnior, gerente de Marketing da Oxiquímica, o MIRA é um avanço estratégico no portfólio para a cultura da soja e uma ferramenta diferenciada para o Manejo Integrado de Pragas (MIP).

Com soluções como PATRIOTA, IPPON e MIRA, a Oxiquímica reafirma seu compromisso em oferecer tecnologias de ponta que aliem sustentabilidade, alta performance agronômica e segurança para a produção de soja no Brasil.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Regra que cruza desmatamento e crédito gera nova disputa no STF e acende alerta no agro

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A mudança nas regras do crédito rural, que passou a incorporar dados de monitoramento por satélite na análise de financiamento, levou o setor produtivo ao Supremo Tribunal Federal (STF) e abriu um novo flanco de disputa entre política ambiental e política agrícola.

A mudança foi publicada pelo portal Pensar Agro no último dia 9, leia aqui.

Nesta quarta-feira (15.04) a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil encontrou com ação questionando resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) que determinaram o uso de informações do sistema oficial de monitoramento do desmatamento (Prodes) como filtro nas operações de crédito para imóveis rurais acima de quatro módulos fiscais.

O ponto de conflito está na forma como a regra foi desenhada. Pelas normas, instituições financeiras devem considerar a existência de supressão vegetal apontada por satélite na análise de risco das operações. Na prática, isso introduz uma nova camada de verificação antes da liberação dos recursos.

Para o setor produtivo, o problema não está no monitoramento em si, mas na forma automática como a informação passa a impactar o crédito. O argumento é que o sistema não diferencia, de forma imediata, desmatamento ilegal de intervenções autorizadas, o que pode gerar bloqueios mesmo em propriedades regulares.

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Outro aspecto que pesa é o tempo de resposta. A ausência de prazos definidos para validação das informações e análise das justificativas apresentadas pelo produtor cria, segundo a entidade, um intervalo de incerteza em que o crédito simplesmente não chega. Em um setor dependente de calendário, esse atraso pode significar perda de janela de plantio ou redução de escala.

A discussão ganha relevância em um momento de maior restrição financeira no campo. Com juros elevados e avanço do endividamento, o crédito rural já opera com maior seletividade. A introdução de um novo filtro, ainda sujeito a inconsistências técnicas, tende a ampliar esse efeito.

Na leitura de agentes do mercado, a medida altera a lógica tradicional da política de crédito, que historicamente combina análise financeira com critérios produtivos. Ao incorporar um indicador ambiental como elemento de bloqueio prévio, a regra desloca parte do risco regulatório para dentro da operação.

A CNA sustenta que o modelo atual cria uma presunção de irregularidade antes da análise individual de cada caso, o que, na prática, transfere ao produtor o ônus de comprovar sua regularidade após a negativa de crédito. Para a entidade, isso contraria princípios básicos do direito administrativo e compromete a previsibilidade necessária ao financiamento da produção.

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O governo, por sua vez, vê a medida como instrumento de alinhamento entre crédito público e compromissos ambientais, em linha com exigências de mercado e acordos internacionais. A avaliação é de que o sistema contribui para coibir irregularidades e dar maior transparência às operações.

O desfecho da disputa deve definir o alcance dessa nova lógica. Caso o STF suspenda as resoluções, o crédito tende a voltar ao modelo anterior. Se mantidas, as regras devem consolidar um novo padrão, em que variáveis ambientais passam a ter peso direto na liberação de financiamento.

Para o produtor, o efeito é imediato: mais do que custo, o crédito passa a depender também da leitura de dados remotos e da capacidade de comprovar regularidade em tempo hábil. Em um setor guiado por janela de plantio e fluxo de caixa, essa variável pode fazer diferença entre produzir ou reduzir área na próxima safra.

Fonte: Pensar Agro

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