AGRONEGÓCIO

Consórcio é opção rentável ao produtor rural que planeja ampliar ou renovar a frota do maquinário agrícola para 2024

Publicado em

Para o produtor rural, no planejamento de investimentos para a lavoura no próximo ano, uma das decisões mais relevantes – e que costuma ser tomada no final de novembro e início de dezembro – é a ampliação ou a renovação do seu maquinário agrícola. Desta forma, o consórcio tem sido uma opção rentável ao produtor rural, com taxas atrativas e menos burocracia.

O consórcio tem se destacado como uma modalidade que já injetou quase R$ 12 bilhões de 2019 a 2023 no desenvolvimento do agronegócio, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). As informações são coletadas com as administradoras que atuam no segmento de veículos pesados em que estão inseridos os tratores, máquinas e implementos agrícolas.

Ainda de acordo com a ABAC, em cinco anos, as vendas de cotas de consórcios de máquinas agrícolas mais que triplicaram. “A aquisição de tratores agrícolas por meio do consórcio demonstra que os produtores estão se planejando cada vez mais para uma compra mais assertiva e rentável”, opina o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá convoca profissionais da saúde aprovados em processo seletivo

Desta forma, a Agritech, pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltadas para pequenos e médios agricultores, investe no reforço de ofertas para aquisição dos equipamentos por meio de consórcio e, também, por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL.

Consórcio Nacional Agritech: sem burocracia

No Consórcio Nacional Agritech, os produtores têm feito essa escolha por ser menos burocrático e por oferecer menor custo quando comparado a um financiamento bancário.

O modelo do consórcio da marca não possui taxa de inscrição e fundo de reserva, além de ter a entrega garantida pela fábrica. Os pagamentos podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais, com prazos de até 100 meses.

“O Consórcio Agritech é uma forma programada e inteligente de adquirir máquinas agrícolas e outros implementos, pois oferece taxas que ficam abaixo das praticadas no mercado. É uma ótima oportunidade”, garante Oliveira.

Além disso, o grande diferencial que a Agritech oferece ao produtor rural, especialmente ao agricultor familiar, é a proximidade que mantém com os clientes. De acordo com Oliveira, os vendedores das revendas, que recebem treinamento qualificado, conseguem entender as reais necessidades dos produtores nas visitas nas propriedades.

Leia Também:  El Niño e fertilizantes mais caros ameaçam desempenho do agro e podem reduzir produção brasileira até 2027

A empresa também oferece uma opção alternativa para facilitar o produtor rural a adquirir um dos tratores das linhas Agritech por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Cota da China se aproxima do limite e pressiona preço do boi gordo no Brasil; mercado reage com recuo nas praças e ajustes no abate

Published

on

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar pressão nas cotações da arroba ao longo da última semana no Brasil, mesmo com a oferta ainda ajustada e dificuldade na composição das escalas de abate pelos frigoríficos. O movimento é influenciado principalmente pela expectativa de esgotamento antecipado da cota de importação da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Segundo analistas de mercado, o cenário adiciona incertezas ao fluxo de exportações no curto prazo e leva a indústria a revisar sua estratégia de abate e compra de gado no país.

Possível esgotamento da cota chinesa aumenta pressão sobre frigoríficos

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, os frigoríficos já operam testando preços mais baixos diante da aproximação do preenchimento da cota anual da China, estimada em 1,106 milhão de toneladas.

A expectativa é de que esse limite seja atingido entre junho e julho, o que pode gerar uma redução temporária da demanda chinesa pela carne bovina brasileira, afetando diretamente a formação de preços no mercado interno.

“Essa cota está para ser preenchida entre os meses de junho e julho, o que deve fazer com que o Brasil passe a contar com uma ausência parcial e temporária do principal mercado para a carne bovina brasileira”, explica Iglesias.

Com isso, a indústria tende a ajustar o ritmo de abates, reduzindo turnos e elevando a ociosidade das plantas frigoríficas, em um movimento de adequação à nova dinâmica de demanda.

Leia Também:  Girassol cresce no Brasil e mostra potencial econômico e sustentável
Arroba do boi recua nas principais praças brasileiras

Mesmo com oferta limitada de animais, as cotações da arroba do boi gordo apresentaram queda em importantes regiões produtoras do país. Confira os preços registrados no dia 18 de junho na modalidade a prazo:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00/@ (-1,41%)
  • Goiás (Goiânia): R$ 325,00/@ (-4,41%)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 325,00/@ (-1,52%)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 345,00/@ (-2,82%)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 350,00/@ (-2,78%)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 335,00/@ (-2,90%)

O movimento reflete a tentativa dos frigoríficos de recompor margens em um cenário de maior incerteza no fluxo exportador.

Atacado do boi tem estabilidade, mas demanda segue sob atenção

No mercado atacadista, os preços se mantiveram estáveis ao longo da semana. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 21,70/kg e o traseiro a R$ 27,00/kg, sem variações em relação ao período anterior.

Apesar da estabilidade, analistas apontam expectativa de recuperação pontual nos próximos dias, impulsionada por fatores sazonais de consumo. Ainda assim, a menor competitividade frente à carne de frango segue como limitador para altas mais consistentes.

Leia Também:  Produtor com quebra de safra pode renegociar seu crédito rural
Exportações brasileiras seguem em forte crescimento em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações de carne bovina do Brasil seguem em ritmo forte em junho.

Até o momento (9 dias úteis), o país exportou:

  • US$ 850,786 milhões em receita
  • 129,685 mil toneladas embarcadas
  • Preço médio de US$ 6.560,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 44,0% na receita média diária
  • Crescimento de 19,6% no volume exportado
  • Aumento de 20,4% no preço médio

Os dados reforçam a força do Brasil no comércio global de proteína bovina, mesmo em um ambiente de maior volatilidade no mercado físico interno.

Mercado do boi entra em fase de ajuste com atenção ao cenário externo

O mercado brasileiro do boi gordo encerra a semana sob influência direta do cenário internacional, especialmente das relações comerciais com a China. A possível mudança temporária no fluxo de exportações, somada aos ajustes da indústria frigorífica, tende a manter a volatilidade nas cotações no curto prazo, enquanto o desempenho das exportações segue sendo fator de sustentação para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA